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14/05/2013 - Dinheiro Vivo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Um em cada cinco colaboradores está consciente da existência de manipulação financeira da empresa

Estudo da Ernst & Young revela que 40% dos gestores inquiridos afirma que as vendas ou custos da empresa foram manipulados.

Um em cada cinco colaboradores está consciente da existência de manipulação financeira por parte da sua empresa nos últimos 12 meses. Esta é uma das conclusões dos resultados do Ernst & Young’s 2013 Europe, Middle East, India and Africa (EMEIA) Fraud Survey Navigating today’s complex business risk.

O estudo revela que os valores aumentam para mais de um quarto quando analisadas as respostas dos colaboradores de mercados em rápido crescimento. Ao nível de administração e gestores de topo, esta proporção torna-se ainda maior; mais de 40% dos inquiridos afirma que as vendas ou custos da sua empresa foram manipulados.

O inquérito revela ainda que 38% dos entrevistados acredita que empresas sob sua responsabilidade sobrevalorizaram o seu desempenho financeiro. Quase metade dos inquiridos oriundos de mercados em rápido crescimento concorda que as empresas dos seus países muitas vezes deturpam o seu desempenho financeiro, estatística que desce para 29% quando comparada com a Europa Ocidental.

David Stulb defende que "tendo em conta as atuais condições desafiantes do mercado, as empresas são constantemente pressionadas para atingirem expectativas de crescimento e de lucro. Neste ambiente, algumas empresas acabam mesmo por ceder a comportamentos menos éticos".

"Os accionistas esperam que a administração assuma a responsabilidade de proteger o negócio, através da implementação de programas anti-suborno e anti-fraude, em todos os níveis da organização. Os conselhos de administração devem desafiar a gestão de forma a garantir que estes estão focados nas áreas de alto risco", salienta o Global Leader of Ernst & Young’s Fraud Investigation & Dispute Services practice.

Suborno e corrupção são fatores transversais a diferentes sectores

O estudo da Ernst & Young demonstra que os riscos de reportes errados ou sobrevalorizados são agravados por um ambiente de negócio pouco ético. 57% dos entrevistados acreditam que o suborno e a corrupção são práticas comuns no seu país, valor que aumenta para 67% em mercados em rápido crescimento. Esta percentagem diminui para 26% quando se questiona sobre a utilização de subornos no seu sector como comportamento necessário para a adjudicação de contratos.

David Stulb diz que "para combater eficazmente os riscos de fraude, suborno e corrupção, os gestores das empresas necessitam de reconhecer a possibilidade de estes comportamentos poderem acontecer na sua empresa e profissão".

O estudo revela uma tendência preocupante: os funcionários reconhecem que o suborno e a corrupção são práticas muito comuns no seu país, não o reconhecendo no entanto como um risco para o seu próprio negócio ou sector de atividade. Os resultados do estudo parecem afirmar: ‘Todas as pessoas o fazem, mas não eu, nem o meu negócio”.

Diferentes níveis de perceção de cumprimento entre gestão e colaboradores

Apesar da maioria dos inquiridos estarem conscientes de que a sua empresa tem uma política anti-suborno/anti-corrpução (ABAC), o estudo revela que, em muitas empresas, se verifica uma diferença significativa na perceção que a gestão de topo e os seus colaboradores têm sobre a eficácia das mesmas. 60% da gestão de topo acredita que a sua empresa apoiaria os colaboradores que identifiquem casos de suspeita de fraude, suborno ou corrupção, ao passo que apenas 34% dos restantes colaboradores concordam com esta afirmação.

Funções críticas para o negócio continuam a questionar a importância de tais programas. Por exemplo, pouco menos de metade dos entrevistados na área de vendas ou não considera relevante o programa ABAC da sua organização para as funções que desempenha, ou nem sequer está ciente da sua existência.

David Stulb conclui que "enquanto as empresas estiverem focadas nos custos, o cumprimento do programa ABAC pode assumir um papel secundário. Muitos supõem, erradamente, que a mera existência de um programa anticorrupção é suficiente para mitigar o risco. No entanto, as empresas deverão garantir que este programa é comunicado eficazmente, que os colaboradores têm formação adequada, permanentemente monitorizada e atualizada".

O responsável acrescenta que "a nossa experiência demonstra que os líderes das organizações que gerem com sucesso o risco de fraude, suborno e corrupção fazem as perguntas difíceis e procuram respostas, particularmente no que respeita aos reportes financeiros que recebem".

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