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10/05/2013 - Cenário MT Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Notas falsas já causaram prejuízos de R$ 2 mil a comerciantes de Mato Grosso


O recebimento de notas falsas representa prejuízo para quem não presta atenção e não confere as marcas de segurança existentes nas cédulas. Até abril deste ano, somente o Banco do Brasil apreendeu em Mato Grosso 37 notas com suspeitas de falsificação, totalizando R$ 2.020,00. Em 2012, foram 257 cédulas identificadas pelo banco, somando R$ 13.940,00.

Gerente de administração do Banco do Brasil, Marcos Paulo Neves Brito explica que ao receber uma nota falsa, o cliente é responsável por ela e arca com o prejuízo. A cédula é conferida pelo banco e confiscada, posteriormente encaminhada para o Banco Central (Bacen) para perícia. “Não somos peritos para garantir que a nota não é verdadeira, por isso mandamos para quem tem essa competência. O cliente é avisado da situação e fica com o prejuízo, porque é responsável pelo recebimento”.

Este é o procedimento padrão adotado por todos os bancos do país. As notas de R$ 5, R$ 20 e R$ 50 são as preferidas dos falsificadores, que normalmente, aproveitam eventos festivos com grande aglomeração de pessoas para inserir as cédulas no mercado. Assim, é importante verificar as marcas de seguranças existentes nas notas, como medida de prevenção.

Desde 2011, o Bacen passou a distribuir notas da segunda família do Real. As cédulas são confeccionadas em tamanhos diferentes e trazem marcas importantes a serem observadas por todo cidadão que tem uma nota do Real em mãos.

O Bacen orienta sobre como observar adequadamente a marca d’água, alto relevo, faixa holográfica e número escondidos. Há ainda o registro coincidente que é a marca existente dos dois lados da nota, que são posicionadas com exatidão, e pode ser observada contra a luz.

A marca d’água pode ser vista também colocando a nota contra a luz. Na área clara existe a impressão de animais, como a onça na nota de R$ 50 e o peixe na cédula de R$ 100. O tato é outra ferramenta importante para identificação. O papel moeda é mais áspero, enquanto o utilizado nas falsificações costuma ser liso.

Para identificar a faixa holográfica é preciso movimentar a nota e observar na faixa os seguintes efeitos: o número e a palavra Reais se alternam. Já para descobrir o número escondido a cédula deve ser colocada na horizontal, na altura dos olhos em um lugar iluminado para perceber a aparição dos números no pé da nota.

Na Estação do Pão, as funcionárias que trabalham no caixa passam por treinamento e identificação de cédulas falsas. Utilizam ainda a caneta testa notas, que muda de cor quando o dinheiro não é original. A gerente do comércio, Neuza Urbano, explica que as operadoras de caixa são treinadas para identificar o problema e chamar seu supervisor quando isso ocorre. O cliente é informado de maneira não constrangedora. “Temos também um equipamento de contagem de notas que identifica o dinheiro falso”.

A operadora de caixa Patrícia Rocha conta que ao pegar o dinheiro verifica a textura do papel e na sequência verifica as outras marcas. Por fim, faz o teste com a caneta especial. “Temos que ter cuidado para não sermos enganados. Sempre somos orientados sobre como proceder e a não receber quando tem alguma irregularidade, ou mancha vermelha que denuncia o dinheiro roubado de caixas eletrônicos”.

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