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08/05/2013 - Bem Paraná Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia prende homem que vendia atestados médicos por R$ 15

Quem utilizou os documentos falsos pode responder na Justiça.

Marco Antônio Jarosz foi preso por policiais civis do Núcleo de Repressão aos Crimes contra a Saúde (Nucrisa) na última terça-feira (7). Ele seria responsável por falsificações de diversos documentos, entre eles atestados médicos utilizados para abonar faltas em atividade laboral, emitidos pelo Hospital de Clínicas de Curitiba e pela Secretaria Municipal de Saúde da Prefeitura de Colombo.

Segundo a delegada titular do Nucrisa, Paula Brisola, Jarosz foi indiciado pela prática criminosa, mas responderá em liberdade, já que não foi preso em flagrante. As pessoas que utilizaram os documentos falsificados podem responder na Justiça.

“As pessoas que utilizam os documentos falsificados podem responder pelo crime descrito no artigo 304 do Código Penal (uso de documento falso) e o autor da falsificação pode responder pelos crimes descritos nos artigo 297 (falsificação de documento público), artigo 298 (falsificação de documento particular) e artigo 299 (falsidade ideológica) dependendo da situação no caso concreto”, explicou Jarosz.

Durante a operação, os policiais aprenderam ainda um carimbo médico, folhas de atestados médicos originais em branco, impressões de atestados falsos, contracheques, históricos escolares da Secretaria de Estado da Educação do Paraná falsificados, um documento de identidade da Justiça Federal falsificado, além de equipamentos de informática.

Segundo a delegada, ao ser interrogado, o indiciado revelou que 'seu forte era a falsificação de atestados' e que cobrava por cada atestado R$ 15, inicialmente. Após o aumento da procura, o preço subiu um pouco: R$ 20. A falsificação era feita via computador pela edição de softwares de informática.

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