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04/05/2013 - Gazeta de São João del Rei Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Vítimas de estelionato perdem R$6 mil


Em menos de cinco dias a Polícia Militar atendeu três casos de estelionato em São João del-Rei e Santa Cruz de Minas. De acordo com o tenente Ricardo Belini Muffato de Souza, chefe da 3ª sessão do 38º Batalhão da Polícia Militar (38º BPM), os estelionatários escolhem bem suas vítimas antes de aplicarem o golpe e têm como alvo, em geral, pessoas da terceira idade. Prova disso foram ocorrências registradas na semana passada, já que dois dos três golpes foram aplicados em pessoas com mais de 50 anos.

Ainda segundo Tenente Belini, até o final de abril a polícia registrou dez crimes de estelionato em municípios da região. Alguns com características recorrentes. “A maioria das abordagens é feita por ligação telefônica. Os estelionatários se passam por parentes da vítima dizendo que sofreram um acidente, estão com problemas mecânicos ou até mesmo que foram sequestrados e pedem para depositar determinada quantia em dinheiro”, disse.

Os golpes

A primeira vítima foi uma jovem de 19 anos, de Santa Cruz de Minas. Segundo relato dela à Polícia Militar, ela recebeu um telefonema a cobrar de uma pessoa que se identificou como seu primo e alegou que estava viajando de São Paulo para São João del-Rei quando seu veículo apresentou problemas mecânicos. O estelionatário completou a história dizendo que estava sem créditos para ligar para um mecânico e precisava de dinheiro para recarregar o celular. A vítima, então, fez recarga no valor de R$60 para o “primo”. Mais tarde, em contato com a moça, o verdadeiro parente disse que não estava viajando e constatou que tinha caído em um golpe.

O outro caso ocorreu com uma mulher de 66 anos, com algumas semelhanças ao anterior. De acordo com relato da vítima à polícia, ela recebeu um telefonema de um homem que se identificou como seu sobrinho e também argumentou que o carro em que viajava de São Paulo para São João del-Rei havia estragado na estrada. Dessa vez, porém, o estelionatário disse que necessitava ser guinchado e ousou, pedindo à vítima que depositasse R$2,5 mil em uma conta corrente. A idosa realizou o depósito.

O terceiro golpe foi com uma senhora de 53 anos, que encontrou uma carteira caída na rua e, ao pegá-la foi abordada por uma mulher que alegou ser dona do objeto e prometeu recompensá-la pelo achado. Nesse momento, uma segunda mulher se aproximou, reafirmando o merecimento e propondo a compra de uma sandália em agradecimento à vítima.

Ela e a comparsa, então, saíram para comprar o suposto presente e deixaram suas bolsas com a vítima. Pouco depois, retornaram com par de calçados que não servia na vítima e disseram que o trocariam em uma loja na Avenida Tiradentes, que pertenceria à mãe de uma das mulheres. As suspeitas pediram a bolsa da vítima, com mais de R$3,5 mil e lhe entregaram uma folha de cheques, no valor de R$12,5 mil, como garantia. A senhora de 53 anos foi convencida pelo argumento e perdeu a bolsa com documentos e dinheiro antes de perceber que caiu em um golpe.

Prevenção

Tenente Belini disse que no caso de golpes por telefone, antes de depositar dinheiro ou colocar crédito em celulares de pessoas afirmando ser parentes, as vítimas devem ligar para a polícia e para o parente para checar toda a história. “São medidas imediatas que podem evitar que uma pessoa caia em um golpe”, afirmou.

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