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04/05/2013 - Dinheiro Vivo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

90% dos anúncios de emprego são falsos

Associação Portuguesa de Gestão de Pessoas critica falta de regulamentação e garante que venda de bases de dados é negócio “transnacional”.

“Todos os casos que conheço de trabalhadores/colaboradores desta empresa começaram assim: primeiro descobre-se uma oferta para estágio profissional num site e depois de enviar o currículo e portfólio e responder a um questionário de 40 ou 50 perguntas passa-se à entrevista (ainda via online). [...] Se for aceite pode ter de passar três meses a trabalhar sem ter direito a remuneração.”

Daniel é um dos muitos que relatam más experiências de recrutamento no site ganhemvergonha.pt - criado para “denunciar empregadores sem vergonha”. O que provavelmente desconhece é que muitos dos anúncios que viu eram falsos. Através deles alguém, sem esforço, conseguiu recolher dados de milhares de pessoas com promessas de lugares de trabalho que não existem.

“Mais de 90% dos anúncios de emprego são falsos”, garante Luís Bento, presidente da Associação Portuguesa de Gestão de Pessoas (APG). Ao Dinheiro Vivo, o responsável explica que muitos destes falsos anúncios servem para construir bases de dados que são vendidas a empresas. “É um negócio transnacional.” Mas para que pode servir a sua informação profissional a companhias estrangeiras?

Segundo Luís Bento, para três grandes propósitos. Primeiro, para “conhecer o estado da procura de emprego por parte de profissionais com um determinado perfil e dessa forma proceder a ajustamentos salariais”. Segundo, para “constituir bases de dados que reduzam os custos de seleção e recrutamento” - que pode ser feito sem passar por anúncios. E, por último, para “conhecer, ao nível de cada país, quais as profissões mais disponíveis para trabalhar no exterior”.

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