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04/04/2013 - Página da Notícia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Corretora de Bitcoin sofre ataque após mercado chegar a US$ 1 bilhão

A Mt. Gox, maior corretora de câmbio de Bitcoin, revelou estar sofrendo um ataque de negação de serviço.

A Mt. Gox, maior corretora de câmbio de Bitcoin, revelou estar sofrendo um ataque de negação de serviço que está sobrecarregando seus servidores e que não foi bloqueado totalmente pela empresa que fornece o serviço de proteção. O ataque seria uma forma de causar pânico e fazer com que o preço do Bitcoin caia, permitindo que a moeda seja vendida de volta para o mercado a um valor maior.

A Bitcoin é uma "moeda criptográfica" baseada em um modelo de rede P2P (ponto a ponto). Calcular os valores que autenticam as transações da rede é complexo, e essas computações são retribuídas com moedas de Bitcoin (BTC) aos participantes. Contribuir com uma grande quantidade de recursos de processamento para obter moedas é uma prática conhecida como "minerar", mas o software do Bitcoin é programado para diminuir essas recompensas com o tempo.

A diminuição do fluxo de novas BTCs na rede e a popularidade do dinheiro virtual - que já foi usado em sites de vendas de drogas - levou internautas a pagarem até US$ 142 por uma moeda de Bitcoin. Multiplicando o valor das moedas pela quantidade de BTCs em circulação, o mercado de Bitcoin passou de US$ 1 bilhão (R$ 2 bilhões).

Nesta quarta-feira (3), o site "Security Ledger" antecipou que ataques contra a moeda seriam realizados (clique aqui para acessar) com o intuito de manipular o valor de câmbio.

A Mt. Gox já havia sofrido uma invasão em 2011. Na ocasião, o valor dos Bitcoins despencou para apenas US$ 0,01 (dois centavos de real). Dessa vez, o ataque apenas deixou o site instável. Estima-se que o Mt. Gox seja responsável por 80% das transações de Bitcoin para moedas comuns, como dólares e euros.

O site "Instawallet", em que usuários do Bitcoin podiam armazenar suas "carteiras virtuais", foi retirado do ar pelos responsáveis. De acordo com o site, o banco de dados foi "acessado de forma fraudulenta" e o serviço "não pode continuar na forma atual". Em 2012, o serviço "Bitcoinica", criado para facilitar ordens de compra e venda dentro da rede Bitcoin para aqueles que queriam investir no valor da moeda, também sofreu uma invasão e o dinheiro virtual foi roubado. O site foi fechado definitivamente e um processo nos Estados Unidos alega que usuários tiveram mais de US$ 460 mil (R$ 930 mil) de prejuízo.

Bitcoins são aceitos para aquisição de diversos produtos e serviços. Também é possível obter cartões de débito pré-pagos (cartões presente) de bandeiras como MasterCard e Visa em troca de Bitcoins, permitindo uso delas para aquisição de vários produtos.

EUA quer aplicar leis contra lavagem de dinheiro
Uma das características do Bitcoin é que as transações não são identificadas. Dessa forma, é possível enviar e receber dinheiro de qualquer pessoa no mundo, sem pagar taxas de câmbio ou transferência bancária, e também sem identificação. Embora todas as transferências de Bitcoin sejam públicas, apenas os identificadores das "carteiras virtuais" que trocaram as moedas é revelado. Se não for possível identificar o dono da carteira, não será possível saber quem a recebeu.

O governo dos Estados Unidos pretende aplicar leis destinadas a evitar lavagem de dinheiro às corretoras de câmbio que atuam na troca de Bitcoins. De acordo com reportagem do "Wall Street Journal", as corretoras seriam obrigadas a manter cadastros de clientes e também de avisar autoridades sobre qualquer transferência com valor superior a US$ 10 mil (R$ 20 mil).

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