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19/04/2013 - O Mirante Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Três homens respondem por falsificação de receitas médicas com vinhetas de médicos de Benavente

Algumas farmácias não venderam os medicamentos por suspeitarem da autenticidade dos documentos.

Três homens, de 31, 36 e 39 anos, dois dos quais residentes em Benavente, vão começar a ser julgados por falsificação de receitas médicas. Os arguidos, dois deles pintores da construção civil, conseguiram as vinhetas de um médico que dava consultas na Misericórdia de Benavente e de uma médica do centro de saúde da vila que colocavam em receitas de medicamentos que só podem ser comprados com prescrição médica.

O caso remonta a 2008 e o Ministério Público (MP) concluiu que em Novembro desse ano um pintor de construção civil, de 36 anos, obteve algumas receitas médicas com vinhetas de um médico que dava consultas na Misericórdia, embora não tenha conseguido apurar como é que o conseguiu. O arguido terá apresentado estas receitas preenchidas em seu nome numa farmácia em Marinhais, que lhe forneceu os medicamentos. No mesmo mês, o arguido terá ainda conseguido levantar mais medicamentos numa farmácia de Benavente. Dirigiu-se ainda pela terceira vez a outro estabelecimento em Salvaterra de Magos, mas o funcionário desconfiou da autenticidade da receita e não vendeu os produtos.

O outro arguido, de 39 anos, também pintor, actuou na mesma altura com uma receita falsa com vinheta do mesmo médico da misericórdia, mas não conseguiu levantar os medicamentos numa farmácia da vila. O Ministério Público acusa também um terceiro homem, de 31 anos, de ter apresentado numa farmácia uma receita médica com vinheta de uma médica que dava na altura consultas no centro de saúde. O medicamento que estava na receita era o “dormicum 15mg”, que é muito procurado por toxicodependentes por ser dissolúvel em água e injectável. Também este não conseguiu levantar o produto porque o farmacêutico desconfiou da autenticidade do documento.

Os arguidos respondem por crimes de falsificação de documento, que é punível com prisão até três anos ou multa. No decurso das investigações não foi possível apurar quem terá furtado as vinhetas na misericórdia. Provou-se apenas que nesse período estiveram algumas pessoas ligadas ao consumo de estupefacientes na instituição. Já em relação às vinhetas que terão saído alegadamente do centro de saúde, a GNR tomou conta neste período de um assalto às instalações em que desapareceram vinhetas, mas não conseguiu identificar os autores.

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