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29/04/2013 - Notícias ao Minuto Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Impostos Multimilionários procuram novos paraísos fiscais

Com os governos a fechar a porta à evasão fiscal, alguns dos homens mais ricos do planeta tiveram de procurar novas formas de evitar o pagamento de impostos que são cada vez mais altos na maioria dos países.

A partir de 1 de Julho, Singapura, o coração da banca e dos offshores da Ásia, irá considerar crime a lavagem de dinheiro proveniente de evasão fiscal. Luxemburgo, anunciou recentemente que irá acabar com o sigilo bancário em 2015. Chipre teve de aplicar um imposto sobre todos os depósitos acima de 100 mil euros.

Esta tendência para a transparência tem levado muitos milionários a reavaliar como e onde devem possuir os seus activos, diz Goran Grosskopf, um economista que prestou consultoria a diversos milionários.

Dmitry Rybolovlev, o 14º homem mais rico da Rússia, e a sua esposa, Elena Rybolovleva, estão numa batalha judicial há mais de cinco anos e em pelo menos sete países, para disputar uma fortuna avaliada em 9,5 mil milhões de dólares.

Rybolovleva acusa o marido de ter criado uma rede de empresas e holdings em paraísos fiscais para proteger os seus activos, onde se incluem 500 milhões de dólares em arte, 36 milhões de dólares em joalharia e um iate no valor de 80 milhões aos quais Rybolovleva não consegue aceder.

O casal tem disputas legais nas Ilhas Virgens Britânicas, Inglaterra, País de Gales, EUA, Chipre, Singapura e Suíça. Este caso é um retrato das estruturas de offshores que são criadas pelas pessoas mais ricas do mundo para gerir e proteger os seus bens. De acordo com a Tax Justice Network, uma organização britânica que defende a transparência no sistema financeiro, no final de 2010 existiam aproximadamente 32 biliões de dólares em paraísos fiscais.

“Para muitas pessoas, o objectivo não é a fuga aos impostos. Trata-se de manter o direito á privacidade e à confidencialidade relativamente às suas finanças”, afirma Philip Marcovici, um advogado da área fiscal baseado em Hong kong.

De acordo com o Bloomberg Billionaires Index, 30% das 200 pessoas mais ricas do mundo possuem uma fortuna avaliada em 2,8 biliões de dólares e controlam os seus bens através de empresas criadas em offshores ou em entidades onde os activos são detidos indirectamente. Estas estruturas muitas das vezes protegem os activos de impostos ou funcionam como uma defesa contra possíveis acções judiciais.

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