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30/04/2013 - odiario.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Oito pessoas são denunciadas pelo Gaeco no caso da Iguaçu do Brasil, em Londrina

Por: Juliana Leite


O Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) de Londrina ofereceu nesta segunda-feira (29), denúncia contra oito pessoas envolvidas em fraudes na comercialização de imóveis pela construtora Iguaçu do Brasil.

Um dos denunciados, por formação de quadrilha, estelionato e falsidade ideológica, é o dono da construtora e ex-prefeito de Mandaguari, Carlos Alberto Campos de Oliveira. Os outros sete foram denunciados por formação de quadrilha e estelionato e crimes contra as relações de consumo.

A denúncia foi protocolada na 5ª Vara Criminal e é assinada pelos promotores de Justiça do Gaeco Claudio Esteves e Jorge Barreto da Costa. Como o caso foi dividido em diversos inquéritos, já que cada um deles trata de irregularidades específicas de cada empreendimento da construtora, a previsão é que outras denúncias sejam encaminhadas à Justiça nas próximas semanas.

O promotor Jorge Barreto da Costa informou que este, em específico, aborda as fraudes nos empreendimentos Center Norte e Condomínio Imperial Bourbon. Os envolvidos no caso obtiveram vantagem ilícita na ordem de R$ 380 mil no primeiro empreendimento e R$ 230 mil.

"Ficou comprovado que toda e qualquer conduta, de longe se tratava de um mero negócio ou desacerto. O que se passou foi crime de estelionato, com a prátic de golpes diversos no mercado", afirmou o promotor.

Além do ex-prefeito, foram denunciados Emerson Arantes Barison, Gustavo Jacometto Bertolini, Roberto Yukishigue Maeoka, Maycon Vinícius Negretti Garcia, Maria Gisela Campos Siste, Angélica Silene Voronhuk Lorga e Helio Piconi Fernandes, que continua foragido da Justiça.

Confira na íntegra o teor da denúncia.

O caso

A construtora Iguaçu do Brasil, com escritórios em Londrina e Maringá, foi alvo de investigação do Ministério Público (MP) por irregularidades na compra e venda de imóveis em Londrina. Dezenas de consumidores procuraram o MP por se sentirem lesados pela conduta da empresa, o que gerou, em abril deste ano, ação cautelar de arresto ajuizada pela romotoria de Defesa dos Direitos do Consumidor.

Por decisão liminar, os representantes legais da empresa tiveram decretado o bloqueio de suas contas bancárias, o bloqueio, via Sistema Renajud, de eventuais veículos titularizados por eles e a indisponibilidade de bens de móveis e imóveis, além da suspensão de novas vendas dos empreendimentos já existentes e a proibição de vendas de novos empreendimentos

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