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30/04/2013 - Século Diário Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Colnago agora terá que investigar fraude na provisória de Vitória

Por: Renata Oliveira

Henrique Meneghel entregou à Executiva Estadual um pedido de investigação de sobre mudança de membros da comissão.

Nomeado no último dia 5 de abril como secretário-geral na Comissão Provisória do PSDB de Vitória, o tucano Henrique Meneghel entregou nessa segunda-feira (29) um documento à Executiva estadual do partido pedindo providências sobre o que chamou de “fatos graves” ocorridos na primeira reunião do grupo, realizado na última sexta-feira (26).

No documento, ele comunica sua renúncia do cargo que ocupa na comissão provisória e pede que a Estadual investigue a possibilidade de fraude na Executiva municipal.

Segundo o comunicado, o encontro da última sexta-feira contou com apenas dois dos sete membros. Meneghel só recebeu o email com a convocação para a reunião na sexta-feira, o que o obrigou a cancelar compromissos em cima da hora para comparecer ao encontro.

Meneghel relata também que ficou sabendo por terceiros, que fora “rifado” do cargo de secretário-geral, cargo para o qual foi nomeado pela Executiva Estadual do partido. O tucano não aceitou a alegação de que houve um erro, dada a diferença não só do nome do titular do cargo, como também do sexto, retrucou. Para o tucano, ele foi vítima de um golpe, com a substituição do cargo à revelia da Estadual.

O caso é mais um elemento na crise que se instalou dentro do PSDB desde a eleição da Executiva de Vitória. O grupo foi eleito no dia 16 de março, mas um dos membros do partido apresentou uma representação, pedindo a anulação da convenção municipal, já que o registro da chapa não teria seguido o rito estabelecido no regimento interno da sigla.

O presidente do partido no Estado, deputado federal César Colnago, determinou intervenção no diretório de Vitória e destituiu a Executiva eleita no dia 16 de março. A crise culminou com a desfiliação do presidente eleito na convenção, Aloízio Ramaldes.

O episódio causou um racha no partido e dividiu a sigla entre os grupos do ex-prefeito Luiz Paulo Vellozo Lucas e do vereador de Vitória Luiz Emanuel Zouain, uma divisão que teria como pano de fundo a eleição do próximo ano e dívidas da campanha tucana à prefeitura, em 2012.

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