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30/04/2013 - A Tarde Online Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Embasa autua imóveis em condomínio de luxo por fraudes


Sete imóveis de um condomínio de luxo em Salvador foram autuados pela Empresa Baiana de Saneamento (Embasa) por conta de fraudes em ligações de água. O resultado da operação - deflagrada a partir de uma denúncia anônima - foi divulgado nesta terça-feira, 30, pela empresa.

De acordo com estimativas da Embasa, cada residência estaria consumindo clandestinamente 30 mil litros de água por mês, volume suficiente para abastecer três famílias durante o mesmo período.

O Superintendente de Abastecimento de Água da empresa, José Moreira, ressalta que a fraude é considerada crime contra o patrimônio, de acordo com o Código Penal Brasileiro. "A operação no condomínio foi motivada por uma denúncia anônima, que apontou a existência de um grande número de ligações clandestinas, o chamado 'gato' de água, que é crime previsto em lei", enfatiza. A penalidade prevista para este tipo de crime é multa e reclusão de um a quatro anos.

Nos próximo dias, a Embasa vai fiscalizar os condomínios da região de Itapuã, que também são alvos de denúncias. Até o momento, cerca de 80 imóveis já passaram pela fiscalização.

Durante as inspeções, as ligações irregulares são retiradas e os imóveis autuados. O valor individual de cada multa é de R$ 157, acrescido do preço do serviço executado para sanar a fraude, além de uma estimativa do desperdício causado pelo ato criminoso.

Qualquer pessoa pode fazer uma denúncia anônima pelo telefone 0800 0555 195.

Prejuízos - No último ano, foram registrados 27,4 mil casos de fraudes na utilização de água canalizada, responsáveis pelo desvio indevido de mais de 3,4 bilhões de litros somente em Salvador e região metropolitana. Isto equivale a um prejuízo de R$ 10 milhões, decorrente do volume de água não faturado.

As principais formas de furto de água, segundo a Embasa, são as ligações clandestinas (quando o usuário interliga o seu ramal indevidamente à rede distribuidora de água), as fraudes na medição (quando o hidrômetro é danificado ou desviado, visando adulterar a medição do consumo) e as fraudes no corte (quando a ligação é cortada por falta de pagamento e o cliente faz a reativação de maneira indevida).

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