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30/04/2013 - R7 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia realiza operação de combate à corrupção policial na zona oeste do Rio

Objetivo da ação é cumprir 78 mandatos de prisão, 60 contra policiais.

Nesta terça-feira (30), agentes da SSINTE (Subsecretaria de Inteligência,) da Secretaria de Segurança e da Corregedoria da Polícia Militar realizam uma operação de combate à corrupção policial na zona oeste do Rio de Janeiro. A ação chamada de Operação Compadre tem o objetivo de cumprir 78 mandados de busca e apreensão e 78 mandados de prisão. Destes, 53 foram expedidos contra policiais militares, sete contra policiais civis e 18 contra civis (não policiais).

De acordo com a polícia, as investigações duraram seis meses e foi constatado o envolvimento de policiais civis e militares na cobrança de propina de comerciantes que trabalham em feiras de Bangu e Honório Gurgel, além dos pontos de moto táxis na região do Batalhão de Bangu (14º BPM). Os mandados de prisão expedidos contra policiais civis estão sendo cumpridos por agentes da Coinpol (Corregedoria da Polícia Civil).

As investigações tiveram início após denúncia. Segundo testemunhas, feirantes e comerciantes com mercadoria piratas ou produtos de roubo, eram obrigados a pagar à quadrilha para não serem incomodados. Vendedores de mercadorias originais, porém sem autorização da Prefeitura, também pagavam, porém valor inferior.

Em flagrantes feitos pelas equipes de Inteligência da Secretaria de Segurança foi detectado ainda que um homem, que se passava por policial civil, e policiais militares repartiam o dinheiro recolhido com duas viaturas que costumavam parar sistematicamente para recolher a propina. O esquema, de acordo com a polícia, envolvia policiais do Batalhão de Bangu, da Delegacia de Bangu (34ª DP) e da DRCPIM (Delegacia de Repressão aos Crimes contra a Propriedade Imaterial).

Durante a apuração da denúncia, moto taxistas revelaram não possuir carteira nacional de habilitação e não trafegar de acordo com as leis de trânsito. Foi identificado que muitos moto taxistas faziam ainda o transporte de drogas para usuários. Com a propina paga aos policiais, as irregularidades não eram combatidas.

As corregedorias das polícias Civil e Militar instauraram procedimentos investigativos. Segundo as corregedorias, desde 2008, foram excluídos de suas corporações mais de 1400 policiais civis e militares.

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