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24/04/2013 - administradores.com.br Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Compliance: prevenção e controle de fraudes

Por: Clayton George

Quando se criam normas e procedimentos formais de prevenção e controle de fraudes, falamos que uma empresa está em compliance - e, desta forma, está mitigando os riscos e estabelecendo um padrão ético.

A atual perda dos valores morais e sociais, as constantes crises financeiras, a ausência ou deficiência dos controles internos e, principalmente, a certeza da impunidade, maximizam a ocorrência das fraudes corporativas, pois é inerente à natureza humana que, onde houver negócios, status e/ou dinheiro, haverá sempre também o componente risco.

Derivado do latim fraus, fraudis ( engano, má-fé, dolo ), o termo fraude é regularmente tipificado como uma forma torpe de engenhosidade humana na qual um indivíduo utiliza de meios e artifícios para obter vantagem(s) em relação a outro(s). As fraudes corporativas se alimentam da ausência ou fragilidade dos controles internos, não se limitam apenas ao setor financeiro e estão presentes em todos os segmentos empresariais, bem como em nosso próprio cotidiano.

Desde os desastrosos casos da Enron e da Worldcom e a crise global de 2008 existe uma pressão por mais transparência das empresas, seja por parte de seus próprios acionistas, seja por parte de agências reguladoras e até mesmo da sociedade em geral. As exigências de boas práticas de governança corporativa, bem como a primordial necessidade de melhoria contínua do resultado operacional, fizeram com que o combate às fraudes ganhasse uma importância fundamental e extremamente significativa na gestão das companhias.

Não existe uma regra geral para o combate às fraudes que funcione para todas as companhias - e até mesmo setores. É essencial, no entanto, sempre mapear e avaliar todos os processos para identificar os pontos de vulnerabilidade ( chamados de red flags ), tendo condições, a partir de então, de se desenvolver um modelo de combate às fraudes de acordo com cada realidade operacional.

Uma ferramenta desse modelo chama-se compliance ( to comply – cumprir ), o qual, por meio do cumprimento de regras estabelecidas ( seja internamente, pelo mercado, de clientes, de fornecedores ou de órgãos reguladores ) desenvolve controles e adequa estes processos, sempre visando especificamente o negócio. Quando se criam normas e procedimentos formais de prevenção e controle de fraudes, falamos que uma empresa está em compliance, e, desta forma, está mitigando os riscos e estabelecendo um padrão ético, pois fica evidente – tanto interna como externamente – a preocupação com o resultado, com o clima organizacional, com a imagem e com a transparência de todas as informações perante os stake holders, órgãos reguladores e a própria sociedade.

Um programa eficiente de compliance possui as lideranças patrocinadoras engajadas, as regras formalizadas, um canal de comunicação eficiente, um monitoramento contínuo e uma investigação adequada ( padrão forense ). E, como missão, a garantia do funcionamento do sistema de controles internos, disseminando a cultura de cumprimento das leis e normas existentes, minimizando os riscos e contribuindo para o resultado do negócio.

As empresas devem incentivar comportamentos em conformidade por meio da constituição de canais de denúncias, da comunicação formal contínua e da instituição de controles sistêmicos, visando exclusivamente o negócio, e, consequentemente, valorizando a ética!

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