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20/04/2013 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

TJMG mantém condenação por fraude para ex-prefeito de Uberaba

Anderson Adauto foi condenado por fraude em processo seletivo. O ex-ministro dos Transportes diz que vai recorrer ao STJ.

O Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) manteve a condenação do ex-prefeito de Uberaba e ex-Ministro dos Transportes, Anderson Adauto (sem partido), por fraude em processo seletivo para a Secretaria de Saúde em 2006. Por telefone, Anderson afirmou que vai recorrer da decisão no Superior Tribunal de Justiça (STJ).

O recurso foi negado pelo TJMG atendendo a um pedido do Ministério Público de Minas Gerais (MPMG). Além dele, o então secretário de Administração Rômulo Figueiredo e a ex-diretora de Recursos Humanos, Lázara Abadia Gomes Ribeiro tiveram a condenação confirmada. O recurso é referente à decisão do juiz Timóteo Yagura, que em fevereiro do ano passado, condenou todos por irregularidades cometidas durante o processo seletivo para contratação de agentes comunitários de saúde em regime temporários.

Na ação cível pública, proposta em dezembro de 2007 pelo promotor de Justiça de Defesa do Patrimônio Público da Comarca de Uberaba, José Carlos Fernandes Júnior, consta que o processo seletivo foi prejudicado com fraudes na correção das provas, supressão de documentos e alteração dos resultados para favorecer apadrinhados que estavam participando do processo.

A denúncia foi feita pelo então secretário de Saúde, Alaor Carlos de Oliveira. Os três foram condenados por improbidade administrativa e terão que devolver os valores gastos com o processo, além do pagamento de multa com 20 vezes o valor da última remuneração recebida. Eles ainda estão impedidos de assumir cargos ou exercer funções públicas pelos próximos cinco anos, além de terem os direitos políticos suspensos pelo mesmo período.

Ex-prefeito vai recorrer

Por telefone, Anderson Adauto afirmou que vai recorrer da decisão no Superior Tribunal de Justiça (STJ). O ex-prefeito disse ainda que, de todos os processos seletivos realizados em sua administração, apenas esse foi alvo de denúncias que, ele voltou a afirmar, não se confirmaram. Adauto foi um dos réus no processo do Mensalão. Ele foi absolvido das acusações de lavagem de dinheiro e corrupção ativa.

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