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05/11/2007 - Portugal Digital Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Vivo diminui prejuízo em 85% nos primeiros nove meses do ano


São Paulo - A Vivo, operadora controlada pela Portugal Telecom e pela Telefónica, diminuiu em 85% o prejuízo dos primeiros nove meses do ano. Dos R$ 869,3 milhões negativos acumulados de janeiro a setembro de 2006 a Vivo passou para um resultado negativo de R$ 127,7 milhões, anunciou esta segunda-feira a companhia.

A redução foi conseguida com uma significativa melhoria operacional. A Vivo registrou receitas de R$ 9,12 bilhões até setembro, 14% acima das obtidas no mesmo período do ano passado. Essa evolução, aliada a uma subida de custos inferior, na ordem dos 10%, permitiu à operadora subir em 27,9% o EBITDA (lucro antes de juros, impostos, depreciações e amortizações), para R$ 2,2 bilhões, passando o EBITDA a representar uma margem de 24,4% das receitas, isto é, melhorando 2,7 pontos percentuais.

O investimento da companhia nos nove meses caiu 11,5%, para R$ 942 milhões, mas este período teve também o fator positivo de a dívida líquida ter descido 28,7% no terceiro trimestre, para R$ 2,96 bilhões.

O presidente da Vivo, Roberto Lima, comentou os resultados com satisfação no comunicado que a operadora divulgou. "Agosto e setembro de 2007 ficarão marcados na história da Vivo. Nesses meses, a empresa deu mais alguns passos importantes para o aumento de sua capacidade de prestação de serviço e de sua competitividade, dentro de um plano maior, que incluiu a eliminação da fraude e da clonagem, a reestruturação e simplificação de seu quadro societário, a consolidação de seus sistemas operacionais e de informações, a ampliação constante da cobertura de sua rede e a implantação de um overlay em GSM/EDGE, em prazo recorde", resumiu Roberto Lima.

"A cobertura nacional era um sonho da Vivo desde a sua origem. Uma ação focada e competente deu a Vivo a possibilidade de em curto prazo ter cobertura e operação comercial em todo o Brasil", disse ainda Roberto Lima. Mas a operadora continua com o importante desafio de não perder quota de mercado. As concorrentes TIM e Oi têm progressivamente ganho mercado à Vivo. No final do terceiro trimestre a operadora da Portugal Telecom e Telefónica ainda liderava, com 27,8%.

O presidente da Vivo também considera que o foco na qualidade produziu efeitos. "A Vivo caiu, em um ano, de primeiro para sexto lugar em numero de reclamações por mil clientes registradas na Anatel, o que é consistentemente confirmado por suas pesquisas de satisfação de clientes", destaca Roberto Lima.

A Vivo fechou setembro com 31,3 milhões de assinantes, 9% acima do registrado um ano antes. A empresa conseguiu aumentar a receita média mensal por cliente em 7,3% no espaço de um ano, para R$ 30,8.

A operadora encerrou o terceiro trimestre com 5.418 empregados, menos 10% que em setembro de 2006. A Vivo tem 36,9% de seu capital em 'free float' na Bovespa, com 0,3% de ações em tesouraria e 62,8% na posse do grupo controlador, formado pela Portugal Telecom e pela Telefónica.

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