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23/04/2013 - odiario.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

CMTU identifica irregularidades em contrato e rompe com Cooprelon em Londrina

Por: Pauline Almeida


A Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU) rescindiu o contrato com a Cooperativa Regional de Coleta Seletiva e Reciclagem da Região Metropolitana de Londrina (Cooprelon) nessa segunda-feira (22). O motivo da quebra de vínculo unilateral foi o descumprimento de cláusulas contratuais e o indício de fraudes.

A Cooprelon terá cinco dias para apresentar um pedido de reconsideração. Ela recebe cerca de R$ 207 mil mensalmente para fazer a coleta de recicláveis em 77 mil domicílios de Londrina. Desde o início do ano, a CMTU desenvolve uma reanálise do contrato e encontrou diversas irregularidades, como o uso de dinheiro público para o pagamento de veículos particulares.

Há a notícia de fraudes em holerites e os cooperados não receberiam os pagamentos baseados na divisão igualitária dos lucros. Em alguns casos, o vencimento era no valor do salário mínimo enquanto diretores recebiam cerca de R$ 3,5 mil.

No mês de março, a Cooprelon recebeu um prazo para apresentar defesa de oito questionamentos, mas a resposta não foi acatada como plausível para a manutenção do contrato.

Cooprelon

O advogado da Cooprelon, Vinícius Borba, já adiantou que vai apresentar o pedido de reconsideração. "O juízo de valor que eu faço disso é que foi uma decisão precipitada por parte da CMTU. Ocorreram algumas irregularidades, mas nenhuma delas referente ao desvio de verba. Todas as irregularidades estavam sendo sanadas", defendeu.

Borba confirmou o uso de um automóvel e uma motocicleta pela cooperativa, mas disse que os veículos eram utilizados para transporte dos trabalhadores e pagos com um valor repassado para gastos administrativos.

No caso das assinaturas falsas em pagamentos, ele declarou que foram dois casos. No primeiro, um homem teria assinado para o irmão analfabeto e, no segundo, uma mulher oficializou para uma amiga que havia faltado na data.

CMTU

A assessora jurídica da companhia, Tatiana Muller, declarou que a defesa da cooperativa não conseguiu justificar as irregularidades. "Foi falta de documentação para que o pagamento seja feito", colocou.

No caso das assinaturas falsas, os próprios cooperados teriam procurado a CMTU para informar que não receram o valor declarado em holerite. A advogada também destaca que a cooperativa não tinha verba para veículos particulares, que inclusive pertenciam a parentes de cooperados, apenas para caminhões usados no transbordo.

Às 10h30, o município chamou uma entrevista coletiva para explicar como será feita a coleta de recicláveis com a saída da Cooprelon.

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