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11/04/2013 - O Mirante Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

É cada vez maior o risco de ser vítima ou criminoso ao utilizar a Internet

O mundo do cibercrime esteve em foco na Escola Superior de Gestão e Tecnologia de Santarém durante as comemorações do Dia Mundial do Consumidor. Inspector-chefe da Polícia Judiciária alertou para os riscos que se correm pela utilização indevida ou descuidada da Internet.

O acesso livre à Internet veio fragilizar a privacidade de quem utiliza e navega no mundo cibernético. A tecnologia que temos ao nosso dispor tem um lado positivo mas também tem algumas desvantagens. A partir do momento em que temos uma conta de email ou fazemos pagamentos bancários através da Internet corremos o risco de sermos ludibriados. Quem o diz é Jorge Duque, inspector-chefe da Polícia Judiciária (PJ) para a área de informática e telecomunicações, e que foi um dos convidados da palestra sobre “cibercrime” inserida nas comemorações do Dia Mundial do Consumidor que se assinalaram a 15 de Março. O debate realizou-se na tarde de segunda-feira, 8 de Abril, no auditório da Escola Superior de Gestão e Tecnologia de Santarém.

Jorge Duque explicou que um dos principais crimes actualmente existentes em Portugal é a captura de dados do cartão de crédito. Através da colocação de um dístico na ranhura de uma caixa de multibanco, no local onde inserimos o cartão de crédito ou de débito, é possível aceder à conta bancária [através da net] de quem teve o azar de colocar o seu cartão naquele ATM que foi violado.

O inspector-chefe da PJ critica alguns procedimentos das entidades bancárias que colocam os seus clientes numa posição frágil perante os gatunos. Jorge Duque considera que os cartões e respectivo código secreto deviam ser levantados nos balcões dos bancos em vez de serem enviados pelo correio. Também deviam ser retirados os três números que estão na parte de trás dos cartões multibanco que servem sobretudo para fazer pagamentos na Internet. “Quando queremos fazer uma compra online pedem-nos para colocar esses três números. Isso é mais uma forma dos burlões nos conseguirem enganar. Esses três números não são necessários”, esclarece.

Jorge Duque alerta ainda para o armazenamento de pornografia e conteúdos ligados à pedofilia nos computadores. É fundamental ter muito cuidado no acesso a determinadas páginas, diz, referindo que devemos ter a certeza que estamos a ‘navegar’ em páginas seguras.

“Se somos apanhados com material pornográfico ou de pedofilia no computador vamos ter problemas com a justiça, se formos apanhados. Não são punidos só quem pratica, quem tem imagens com esses conteúdos também pode ter problemas com a justiça”, sublinha.

O inspector-chefe alerta para a necessidade de sensibilizar os utilizadores para os perigos da Internet. Este meio é cada vez mais utilizado por crianças que não têm capacidade para perceber os problemas que podem advir dessa utilização. “Tem que haver formação e educação por parte dos pais para que os filhos não cometam crimes mesmo sem saberem que o estão a fazer. O perigo de cometer um crime em casa começa a ser maior do que na rua”, reforça dando o exemplo dos downloads ilegais de filmes e músicas que a maioria dos jovens faz.

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