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04/11/2007 - Rede SC Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Grupo clonava cartões em vários estados do País e tinha Florianópolis como base


O líder de uma quadrilha de golpista que clonava cartões de crédito e de débito usados em compras em vários estados do Brasil, Willian Nilson Guedes Lima, 30 anos, foi preso na manhã de sexta-feira (2) no bairro Coqueiros.

Natural de Brasília, Lima montou uma megaquadrilha, com base em Florianópolis, para atuar em quase todo o território nacional.

‘Somente em Brasília, apreendemos mais de R$ 1 milhão em mercadorias’, afirmou o delegado Celizio Espíndola, da 1ª DP da Asa Sul, no Distrito Federal.

Apenas na cidade de Brasília, 21 suspeitos, acusados de pertenceram à quadrilha de Lima, foram presos nestes últimos dois meses.

Espíndola acredita que o número de pessoas envolvidas no crime virtual é bem maior. ‘Eles também atuavam em Goiás, Bahia, Rio de Janeiro, São Paulo, Florianópolis e outros estados do Sul e Sudeste’, disse.

Para capturar o cabeça da quadrilha, policiais de Brasília foram auxiliados por colegas da Diretoria Estadual de Investigações Criminais (DEIC).

Na residência de Willian, um apartamento na rua Desembargador Pedro Silva, em frente a Associação Atlética Banco do Brasil, em Coqueiros, os agentes apreenderam uma bicicleta avaliada em R$ 15 mil, TV de plasma, computadores, vários notebooks, litros de uísques, DVDs, celulares e outros aparelhos eletroeletrônicos avaliados em mais de R$ 100 mil.

Cerca de 100 cartões clonados de agências bancárias, rede shopping, supermercados e de outros estabelecimentos comerciais também foram apreendidos.

Tudo o que eles compravam anunciavam em classificados de jornais, onde vendiam com desconto ou com preços bem abaixo do mercado.

‘Como as mercadorias eram acompanhadas de notas fiscais, os interessados sequer imaginava que elas eram adquiridas com cartões clonados. Assim, a quadrilha lavava dinheiro’, explicou Espíndola.

Com prisão preventiva decretada pela Justiça de Brasília, onde responde a nove processos (porte de arma, receptação e outros crimes), Lima seguiu sexta-feira (2) de manhã, com a equipe do delegado Espíndola, para o Distrito Federal, onde vai enfrentar uma bateria de interrogatórios.

‘Acho que não vai ter problemas na busca de mais informações sobre a movimentação da quadrilha, porque ele está cooperando conosco’, ressaltou o policial.

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