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10/04/2013 - Monitor Mercantil Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

França quer medidas contra a fraude bancária


Como parte de um esforço para aumentar a transparência dos sistema bancário da França, os bancos vão publicar anualmente uma lista de todas as filiais estrangeiras, enquanto que os ministros deverão revelar bens pessoais a partir da próxima segunda-feira.

O anúncio foi feito pelo presidente François Hollande na tentativa de restaurar a confiança do público depois da renúncia de ministro do Orçamento em meio a denúncias de fraude fiscal. Ele disse que vai intensificar a luta contra paraísos fiscais e corrupção, incluindo a nomeação de uma promotoria especializada em casos financeiros.

"Os bancos franceses terão de publicar todos os anos a lista completa de suas subsidiárias no mundo, país por país. E eles vão indicar o que estão fazendo", disse Hollande em entrevista coletiva, nesta quarta-feira. "Em outras palavras, não será possível para um banco ocultar transações realizadas em um paraíso fiscal.", ressaltou, mesmo não especificando o que exatamente será pedido aos bancos, além do que já informam.

Os bancos franceses, incluindo o BNP Paribas e o Société Générale, atualmente publicam nomes, participações societárias e os locais de suas unidades em todos os mercados, incluindo em países que cobram impostos baixos como Bermuda, Luxemburgo e Jersey.

Um projeto de lei para coibir negócios de maior risco dos bancos também exige que as instituições forneçam mais detalhes operacionais de país a país, incluindo sobre pessoal e receitas.

Esta medida faz parte da lei da moralização da vida política, apresentada por Hollande e discutida em conselho de ministros em 24 de abril. A lei é, segundo o "Le Fígaro", baseada em três eixos centrais: além da erradicação dos paraísos fiscais, Hollande incluiu a luta contra a fraude fiscal e a corrupção e a transparência sobre o patrimônio dos representantes políticos eleitos.

Para a divulgação do patrimônio dos políticos eleitos, será criada uma autoridade responsável por controlar as declarações de interesse de membros do governo, deputados e dirigentes locais. Esta segunda-feira, cada ministro terá que divulgar o seu patrimônio.

Já no que diz respeito ao último eixo do plano do governo francês, será criada uma agência responsável por investigações excepcionais que envolvam a corrupção e a fuga aos impostos.

O ex-ministro do Orçamento, Jerome Cahuzac, chocou a França quando reconheceu na semana passada que mantinha uma conta bancária secreta no exterior, pouco depois de renunciar em meio a alegações de fraude fiscal.

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