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10/04/2013 - RFI Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

François Hollande anuncia criação de organismo para lutar contra fraudes


Em uma coletiva de imprensa nesta quarta-feira (10), o presidente francês François Hollande disse que é inadmissível que o ex-ministro do Planejamento, Jérôme Cahuzac, acusado de fraude fiscal, volte para o Parlamento. Ele também anunciou a criação de um organismo financeiro para lutar contra os delitos econômicos e financeiros. O governo prepara uma série de medidas exigindo mais transparência de seus membros.

Questionado sobre um possível retorno de Cahuzac como deputado à Assembleia Nacional, Hollande respondeu que se tratava de uma "questão de consciência", já que o ex-ministro do Planejamento mentiu para o Parlamento. O presidente da Assembleia, Claude Bartolone, explicou na sexta-feira que ele tentaria convencer Cahuzac a renunciar ao cargo, depois que ele admitiu ter uma conta bancária secreta no exterior.

O presidente francês também anunciou que as regras que regem atualmente o patrimônio dos responsáveis públicos serão 'inteiramente revistas', e a criação de uma Alta Autoridade, totalmente independente, que "controlará as declarações patrimoniais e interesses dos ministros e parlamentaires.'' De acordo com o presidente francês, o objetivo é aprofundar a situação de cada ministro logo após sua nomeação.

Hollande também julgou nesta quarta-feira que os ataques da oposição contra o ministro da Economia, Pierre Moscovici, "eram injustos." De acordo com ele, todas as decisões haviam sido tomadas para evitar conflitos de interesses entre ele e Cahuzac. Com as medidas, o governo pretende reforçar as sanções contra as fraudes ficais.

O primeiro-ministro Jean Marc Ayrault apresentará ao presidente e aos membros do governo os principais pontos deste texto, que será examinado pelo Conselho de Ministros no dia 24 de abril, antes de ser adotado pelo Parlamento até o verão. O escândalo enfraquece ainda mais o governo de Hollande, que já vinha perdendo popularidade nas últimas pesquisas, além do contexto de crise econômica, que dificulta ainda mais a situação.

"As medidas que estou preparando não têm o objetivo de estigmatizar, mas de garantir aos cidadãos a transparência e o controle, e não somente para os eleitos", disse o premiê francês, que impôs aos ministros a publicação do patrimônio antes do dia 15 de abril. A oposição na França, representada pelo partido UMP, do governo Sarkozy, continua a pedir um remanejamento ministerial, o que é recusado pelo governo.

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