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09/04/2013 - Jornal do Estado / Agência Brasil Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Operação do MP prendeu grupo acusado de falsificar CNHs em Mato Grosso do Sul

Dos sete mandados de prisão expedidos, seis já foram cumpridos, até o momento.

A Operação Nacional Contra a Corrupção deflagrada nesta terça-feira (9) pelo Ministério Público em todo o país também teve desdobramentos em Mato Grosso do Sul e Mato Grosso, estados onde foram presos seis integrantes de um grupo acusado de falsificar carteiras nacionais de Habilitação (CNHs). Dos sete mandados de prisão expedidos, seis já foram cumpridos, até o momento.

A operação foi deflagrada pelo Ministério Público, em parceria com diversos órgãos, e cumpre mandados de prisão, busca e apreensão, bloqueio de bens e afastamento das funções públicas em pelo menos 12 estados. Os mandados foram executados em Cuiabá, capital mato-grossense, e nos municípios de Anastácio, Aquidauana, Nioaque, Sidrolândia e Jateí, em Mato Grosso do Sul.

Segundo a assessoria do Ministério Público de Mato Grosso do Sul (MP-MS), foram presos Elcilande Serafim de Souza, Elcimar Serafim de Souza, Edinaldo Francisco de Lima, Gilmar Rabelo Ferreira, Adélio Paulino e Ivan Costa do Reis, preso em Cuiabá (MT). A polícia ainda está procurando por Elcivar Serafim de Souza.

A operação é um desdobramento de investigação iniciada em outubro de 2012 para apurar as ações de uma quadrilha responsável pela emissão fraudulenta de CNHs e de certificados de cursos de transporte de cargas perigosas, transporte de passageiros e coletivos. Em Cuiabá (MT) a polícia apreendeu documentos, já em Anastácio (MS), um dos presos também foi autuado por porte ilegal de arma.

De acordo com o MP-MS, cada CNH era vendida pelo grupo por valores entre R$ 1,5 mil e R$ 3 mil. Em menos de três meses, os investigados venderam cerca de 50 habilitações. Os certificados custavam cerca de R$ 400.

Os suspeitos eram ligados ao comércio de autoescolas e centros de formação de condutores. Todos vão responder pelos crimes de falsificação de documento público, falsidade ideológica e formação de quadrilha. Com a soma dos crimes, as penas podem ultrapassar dez anos de prisão.

Os presos serão levados para Campo Grande, sede do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público de Mato Grosso do Sul, responsável pela operação juntamente com a Polícia Rodoviária Federal (PRF), para serem ouvidos.

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