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07/04/2013 - Boa Informação / Agência Estado Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Futebol, um paraíso para lavar dinheiro?

Por: Jamil Chade


GENEBRA – Se o dinheiro tem sido comemorado por jogadores e torcedores dos clubes bancados pelos magnatas, nem todos estão confortáveis com a nova realidade. Um levantamento produzido pelo Parlamento Europeu revelou há dois meses que o futebol se transformou num palco para transações financeiras que pouca relação teriam com o esporte.

Segundo o estudo, magnatas e empresas descobriram nos últimos anos o futebol como um espaço de altos lucros, forte visibilidade global e pouco controle.

A OCDE – o clube das nações ricas – já havia constatado em 2011 que o futebol havia se transformado num ambiente favorável para a lavagem de dinheiro.

Michel Platini, presidente da Uefa, fez questão nos últimos anos de implementar uma lei que exigirá a partir de 2014 que clubes só gastem o que arrecadarem. Oficialmente, o objetivo é o de frear dívidas, mas não está claro até que ponto a lei vai controlar a injeção de dinheiro por um magnata.

Para os clubes menores, as leis impostas pela Uefa não funcionarão. Isso porque congela a capacidade desses times de pegarem empréstimos em bancos ou se endividarem, enquanto aqueles clubes com a sorte de terem sido comprados por um magnata terão injeções de investimento para pagar pelo passe dos maiores jogadores, criando no fundo um grupo de elite do futebol mundial e um amplo grupo de clubes que apenas lutam para conseguir sobreviver.

No final de 2012, uma carta enviada pelas diretorias de Manchester United, Liverpool, Tottenham e Arsenal para a cúpula da Premier League deu o tom da insatisfação diante do investimento descontrolado de magnatas no futebol.

Os quatro clubes, todos milionários, pediam que as autoridades implementassem um controle financeiro na Liga, justamente com a meta de frear os gastos sem limites de Abramovich no Chelsea e de Mansour no Manchester City.

A injeção de dinheiro desses dois magnatas estaria inflacionando os salários no futebol inglês ao ponto de ameaçar outros clubes financeiramente.

“Precisamos de um fair play não apenas em campo, mas também fora dele, nas contas dos clubes”, afirmou o italiano Gianni Infantino, secretário-geral da Uefa. “Caso contrário, estaremos transformando o futebol num cassino.”

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