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01/11/2007 - Correio Braziliense Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia desmonta laboratório de falsificação de documentos em Ceilândia

Por: Thomaz Pires


Após dois meses de investigação, a Polícia Civil do Distrito Federal conseguiu prender mais um falsificador que agia na cidade. Renato Alves dos Santos, 26 anos, era procurado há mais de um ano acusado de vender documentos falsos em Ceilândia e Taguatinga. Ele cobraria entre R$ 50 a R$ 150 para imprimir carteiras de identidade, folhas de cheque e contra-cheque. O serviço era feito por meio de uma impressora com alta resolução e dois computadores. O laboratório ficava em uma sala comercial na QNM 3 de Ceilândia. A polícia ainda investiga se o detido contava com a colaboração de outras pessoas para realizar o serviço.

A prisão aconteceu por volta das 17h desta quarta-feira. Policiais da Delegacia de Repressão a Furtos (DRF) conseguiram decretar a prisão em flagrante. No local, foram encontrados dois computadores, uma impressora e papéis de uso restrito. O que chamou a atenção da polícia foi a confecção de raspadinhas. O estelionatário criou a “Raspadinha Brasil” e “Raspadinha Prêmio”, vendidas em vários pontos da cidade. Ao todo, foram recolhidas 20 mil cartelas.

A ousadia do falsificador chegou ao ponto de ele premiar os vencedores do jogo. Ele vendia as cartelas nos bares. Os ganhadores procuravam o gerente e recolhiam o dinheiro. Em seguida, o falsificador repassava o valor ao estabelecimento. A polícia acredita que a idéia gerava mais lucro que a falsificação de documentos. Os últimos prêmios entregues aos ganhadores da raspadinha foram no valor de R$ 2 e R$ 500.

Inicialmente, Renato negou que falsificava documentos. Mas o material encontrado no local fez com que ele confessasse a prática alguns minutos após o flagrante. Também foram achados na sala papéis em branco de carteiras de identidade. O falsificador já havia sido indiciado, em 2005, por formação de quadrilha.

De acordo com o delegado-chefe da DRF, Jonas Bessa Paula, a falsificação de documentos é algo freqüente no DF. Segundo ele, o preço acessível de equipamentos modernos colabora para o aumento da prática em todo o país. “Basta uma impressora com boa resolução e papéis específicos. O produto acaba fugindo dos padrões, mas engana facilmente”, explica.

O preço do serviço
Carteira de Identidade – R$ R$ 150
Talão de cheque – R$ 15
Contra Cheque – R$ 40

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