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01/11/2007 - Rede SC Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpistas presos depois de briga


Uma crise de consciência gerou uma briga entre dois estelionatários que acabaram presos nesta quarta-feira (31) à tarde em Biguaçu.

João Mascke e Aldori Felacio tinham uma empresa especializada em comprar mercadorias com cheque e cartões de créditos de procedência duvidosa.

Aldori tentou sair da ilegalidade, mas foi ameaçado pelo comparsa.

Mascke teria vindo até Biguaçu, onde Aldori, que também usa o nome de Sandro Pacheco, tem uma confecção na rua Governador Pedro Ivo, e seqüestrado o sócio.

Mascke teria exigido cerca de R$ 20 mil.

Temendo represália, Aldori foi ao banco Real, dias depois, no bairro Kobrasol, São José, e simulou um seqüestro para o gerente.

Disse que sua sobrinha estava em poder de bandidos e precisava de R$ 10 mil para libertá-la.

Um sargento da PM à paisana ouviu a conversa e entrou em contato com a Emergência 190, que acionou o serviço de inteligência do 7º BPM.

Apesar de se contradizer em alguns pontos sobre a ocorrência de seqüestro, Aldori sacou o valor e foi seguido à distância por P2s, soldados à paisana.

Ao perceberem que o seqüestro era uma farsa, os soldados realizaram uma busca numa sala alugada por Aldori, ao lado de sua confecção, na rua Governador Pedro Ivo, Biguaçu, onde foram apreendidos vários cheques em branco, cheques assinados e diversos cartões clonados.

Além de Aldori, também foi capturado no local o seu sócio José Alberto Araújo Oliveira, 43 anos, que se passava por Antônio Carlos Siqueira.

Em poder deste último, os policiais apreenderam R$ 20 mil escondidos na cueca. Ambos foram levados para a delegacia de Biguaçu e autuados em flagrante por falsidade ideológica e estelionato.

As investigações se estenderam para Itajaí e na casa de Mascke, na rua Odílio Garcia, bairro Cordeiros, os policiais encontraram um fax com o depósito de Aldori.

Mascke não estava em casa. Sua mulher foi detida e liberada após o depoimento.

Agora a polícia investiga golpes que o trio estaria aplicando em Indaial, Joinville e Biguaçu.

O inquérito está sendo conduzido pelo delegado de Biguaçu, Válter Claudino.

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