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26/03/2013 - Angola Press Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Ex-presidente declara-se inocente das acusações de fraude e corrupção


Lusaka - O Ex-presidente da Zâmbia, Rupiah Banda, declarou-se hoje (terça-feira) inocente perante um tribunal das acusações de abuso de poder, corrupção, fraude e branqueamento de capitais num contrato de petróleo quando ainda era chefe de Estado.

Rupiah Banda foi detido na segunda-feira e libertado sob fiança algumas horas mais tarde.

Os investigadores do caso questionaram o ex-presidente sobre o seu papel num acordo com uma empresa petrolífera nigeriana.

"Não, meu Senhor, eu nego as acusações", disse o ex-presidente ao juiz Joshua Banda, que estabeleceu o início do julgamento do antigo líder zambiano para 03 de Abril.

Rupiah Banda estava acompanhado pela sua mulher Thandiwe e por antigos deputados do seu partido, incluindo o opositor Nevers Mumba, que também enfrenta acusações de corrupção.

O ex-líder foi detido depois do parlamento, no início do mês, ter levantado sua imunidade presidencial.

Banda, que governou a Zâmbia entre 2008 e 2011, foi questionado pelos investigadores governamentais sobre acusações de alegada corrupção, branqueamento de capitais e fraude.

Rupiah Banda, de 76 anos, perdeu as últimas eleições para o seu concorrente, o actual presidente Michael Sata.

O Governo de Sata diz que Banda está envolvido em actividades de corrupção na aquisição de petróleo de uma empresa nigeriana, a Corporação Nacional de Petróleo Nigeriana, indicada em documentos oficiais.

De acordo com documentos judiciais, a aquisição não beneficiou a República da Zâmbia, mas Banda e a sua família.

O Estado também alega que ex-presidente "instruiu o seu filho Henry Banda para determinar o destino dos fundos com os quais realizaram este contrato (...), um acto que é arbitrário e prejudicial para o interesse das República da Zâmbia".

Entretanto, os advogados de Banda declaram que estas acusações constituem uma estratégia de Sata para silenciar a oposição.

Vários ministros e diplomatas da administração de Banda foram presos nesta "cruzada" anti-corrupção de Sata.

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