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26/03/2013 - TV Super Canal Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

PF prende policiais, empresário e caminhoneiro em esquema de corrupção


Dois policiais rodoviários federais conhecidos em Caratinga foram presos na manhã de ontem sob acusação de participação em um amplo esquema de corrupção. A Operação Cerração deflagrada pela Polícia Federal, que iniciou investigações há cerca de um ano e meio, também prendeu um empresário e um caminhoneiro envolvidos. De acordo com informações divulgadas pela Polícia Federal, os policiais recebiam propinas para liberar veículos e cargas irregulares. A PF já descobriu que eles agiam nos postos de Caratinga e Realeza, na BR-116.

Os nomes dos policiais não foram divulgados, mas segundo apuração os policiais identificados pelas iniciais P e L já respondiam pelo mesmo tipo de crime cometido há alguns anos, quando inclusive foram denunciados pela Imprensa depois de receberem dinheiro de caminhoneiros.

A PF baseou sua operação contando com informações da própria Polícia Rodoviária Federal. O empresário detido é de Santa Bárbara do Leste. Ele foi recolhido de casa logo pela manhã pelos agentes federais e levado para a sede da Delegacia da PF, em Governador Valadares. O empresário, identificado pelas iniciais R. M. atuava no ramo de transporte de cargas de carvão e teria sido autuado recentemente. Existe a suspeita de que ele possa ser testemunha-chave para confirmar o esquema.

Além de Santa Bárbara do Leste, os federais cumpriram mandados de busca e apreensão também em Caratinga, Manhuaçu, Medina e Piedade de Caratinga.

Segundo o delegado Cristiano Jomar Costa Campidelli, os policiais usavam o cargo público para obter vantagens, principalmente financeiras. “Eles exigiam dinheiro em troca de liberações de veículos irregulares nos postos”, confirmou o delegado.

O empresário preso é dono de uma transportadora e pagava aos policiais para que seus caminhões ficassem sempre impunes. Outro preso é um caminhoneiro que arregimentava cargas e negociava diretamente com os policiais rodoviários nos postos da rodovia BR-116 para facilitação de passagens de cargas em situação irregular.

Os policiais vão responder por corrupção passiva e os outros dois presos por corrupção ativa. Segundo Campidelli, as penas para os crimes variam de dois a doze anos de prisão. Os policiais podem perder os cargos públicos em caso de condenação ou por meio de processo administrativo (sindicância) para apurar os crimes. A polícia ainda não divulgou o local onde os presos estão acautelados, nem a identificação oficial de cada um deles.

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