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27/03/2013 - odiario.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Cooprelon deve apresentar defesa sobre possível fraude no contrato da coleta seletiva em Londrina

Por: Pauline Almeida


A Cooperativa Regional de Coleta Seletiva e Reciclagem (Cooprelon) de Londrina tem até a próxima segunda-feira (1º) para responder a oito questionamentos levantados pela Companhia Municipal de Trânsito e Urbanização (CMTU). Há suspeitas de fraude no contrato, atualmente no valor aproximado de R$ 200 mil mensais.

O diretor de Operações da CMTU, Gilmar Domingues Pereira, informou que a Cooprelon deverá apresentar o relatório de infraestrutura e entrepostos e um demonstrativo da planilha de rateio e de produção de cada ponto entre janeiro de 2012 e fevereiro de 2013.

Além disso, terá que entregar um fluxograma da diretoria administrativa com RG e CPF dos integrantes, lista de todos os cooperados com nome e função e uma justificativa sobre uma suposta fraude na assinatura de holerites.

O contrato com a cooperativa foi firmado durante a gestão do ex-prefeito Barbosa Neto (PDT) e sempre houve denúncias de inclusão de pessoas que não eram de baixa renda, o que é proibido pela lei federal que gestiona a coleta seletiva nas cidades.

A Cooprelon ainda não teria dividido os lucros das vendas dos produtos, pagando apenas uma diária de R$ 25 aos coletores, e não teria repassado o valor de INSS dos trabalhadores.

A primeira notificação feita pela CMTU aconteceu no dia 8 de março, com cinco dias úteis para apresentação de defesa. Faltando um dia para o prazo vencer, a cooperativa pediu uma ampliação e recebeu dois dias adicionais. O documento entregue ao município não respondeu todas as dúvidas e ainda levantou mais questionamentos.

Caso não apresente a nova defesa nesta segunda-feira, a cooperativa poderá sofrer punições previstas em contrato. Pereira preferiu não se manifestar sobre um possível rompimento do vínculo até que receba o documento.

Por volta das 9h15, a reportagem de odiario.com tentou contato com o presidente da Cooprelon, Maurício Montezini, pelo telefone fixo da cooperativa e pelo seu ceular, mas em ambos ninguém atendeu.

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