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27/03/2013 - Diário de Guarapuava / FolhaPress Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Ibama multa empresas acusadas de fraude para legalizar carvão


SÃO PAULO, SP, 27 de março (Folhapress) - O Ibama (Instituto Brasileiro de Meio Ambiente e Recursos Naturais) multou três madeireiras e três carvoarias sob acusação de terem praticado uma suposta fraude para legalizar a produção de carvão.
A operação ocorreu entre os dias 18 e 22 de março, na cidade de Tailândia, no sudeste do Pará.
Em um mês, Ibama supera apreensões de madeira em 2012 no Pará
Os agentes ambientais afirmam que as empresas fraudaram a existência de 46 mil metros cúbicos de resíduos de serraria -sobra de madeira beneficiada usada para a fabricação de carvão.
A fraude teria ocorrido através do Sisflora -sistema que controla a compra, venda e transporte de produtos florestais no Pará.
De acordo com o Ibama, essa quantidade de resíduo poderia produzir 2,7 mil caminhões de carvão.
A estimativa é que 1.000 hectares a mais seriam desmatados. As multas chegaram ao todo R$ 15 milhões.
"Os pátios das serrarias estavam quase vazios de resíduos quando deveriam estar abarrotados, se fossem reais os saldos no Sisflora. Na verdade, eles só existiam no sistema eletrônico e seriam usados para emitir guias florestais para colocar no mercado o carvão irregular", afirma coordenador da operação, o analista ambiental Fernando Polli.
O Ibama também apreendeu 1,5 mil metros cúbicos de madeira que seriam ilegais nos estoques das empresas. Essa quantidade equivale a 60 caminhões cheios, de acordo com o instituto.
Em fevereiro, outra operação do Ibama conseguiu apreender, em um mês, mais do que todo volume de madeira em tora ilegal apreendido em 2012 no Pará.
Nesse mês, foram retiradas de circulação 18.000 metros cúbicos de toras ilegais. Volume que equivale a cerca de 720 caminhões cheios de madeira.
Em todo o ano passado, os agentes ambientais apreenderam 10.500 metros cúbicos de madeira não beneficiada no Pará
Pela primeira vez, o Ibama antecipou para fevereiro as operações de combate ao desmatamento ilegal na Amazônia, que costumavam começar em abril, com o fim da estação das chuvas.

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