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07/03/2013 - Jornal de Notícias Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Corrupção em recuo na Grécia, diz Transparência Internacional


Após três anos de crise e austeridade, os gregos começaram a reagir no quotidiano contra a corrupção, incluindo as situações de fraude fiscal, refere o estudo anual divulgado pela Transparência Internacional.

Os resultados do estudo da organização não-governamental Transparência Internacional, que regista uma quebra dos subornos nas administrações ou empresas públicas para obter um serviço e "uma recusa cada vez maior" em adotar esta prática, atestam "uma sensibilização e reação crescentes da sociedade à corrupção", disse em conferência de imprensa Costas Bakuris, presidente da secção grega da Transparência Internacional.

Apesar de reconhecer que a crise na Grécia limita os rendimentos dos orçamentos domésticos, a organização detetou um "recuo na pequena corrupção" que por tradição agrava as relações da população com os serviços, públicos ou privados, em hospitais, repartições de finanças, mas ainda nos serviços jurídicos ou na banca.

O responsável grego considerou ainda que, "a par de uma maior maturidade dos cidadãos" face à situação geral do país, que entrou no seu sexto ano consecutivo de recessão, "a informatização em curso na administração, designadamente fiscal", também contribuiu para a diminuição das transações fraudulentas.

Pela primeira vez desde o início, em 2007, destes relatórios anuais, o volume global dos "fakelaki" (subornos) desceu a fasquia dos 500 milhões de euros (420 milhões, de acordo com a estimativa para 2012), contra os 787 milhões em 2009, um ano eleitoral que assinalou o pico da corrupção e imediatamente antes de o país entrar na designada crise da dívida.

A "corrupção" detetada refere-se sobretudo à não faturação de serviços e que evita o pagamento do IVA, um hábito generalizado há várias décadas na Grécia.

Em 2012, indica ainda o relatório, as pessoas que beneficiaram de subornos receberam uma média de 1228 euros no caso de funcionários públicos (serviços administrativos, hospitais, etc...), uma quebra de 12% face a 2011, enquanto o "orçamento" médio para o setor privado se fixou nos 1442 euros.

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