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06/03/2013 - Jornal A Cidade Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fraude das CNHs custava até R$ 2 mil, revela suspeito à polícia

Suposto líder de grupo preso confirma esquema para tirar pontos desde 2011.

O homem que intermediava a fraude da exclusão de pontos de Carteiras Nacionais de Habilitação (CNH), em Ribeirão Preto, confessou, nesta quarta-feira (6), em depoimento à Polícia Civil que recebia até R$ 2 mil de cada motorista. Ele não soube precisar quantos clientes atendeu, mas disse que o esquema funcionava desde 2011.

Nesta terça-feira (5), quatro pessoas foram presas suspeitas de integrarem a quadrilha da fraude das CNHs. Shirley Aparecida da Silva, de 37 anos, e Stefanie Cardoso da Cruz, de 23 anos, são funcionárias da Ciretran (Circunscrição Regional de Trânsito) de Ribeirão. Thiago dos Santos Lourenço, de 29 anos, é ex-funcionário do órgão e Sherington Matrangolo, de 31 anos, intermediava os supostos recursos de multas.

Stefanie prestou depoimento no mesmo dia da prisão e foi liberada por colaborar com as investigações. Os outros três foram ouvidos nesta quarta.

Segundo o delegado titular da DIG (Delegacia de Investigações Gerais), Paulo Henrique Castro, o próximo passo será ouvir pessoas citadas por Sherington no depoimento.
“Dois nomes mencionados são de outros funcionários da Ciretran. Ele [Sherington] contou que os motoristas chegavam até ele através de boca a boca e alguns despachantes o indicava para ele interpor o suposto recurso”, explica o delegado.

Shirley e Thiago ainda eram ouvidos na noite desta quarta. “Se todos confessarem e colaborarem serão colocados em liberdade”, disse o delegado, antes do início dos depoimentos.
Entenda a fraude

O motorista que tem sete ou mais pontos na carteira pode ser impedido de renovar a CNH. Sherington era procurado pelo motorista autuado e repassava às funcionárias do Ciretran um suposto recurso para renovação da carteira. Ele cobrava até R$ 2 mil. Vinte e cinco por cento do valor era repassado a uma das funcionárias da Ciretran.

Shirley fazia a baixa na pontuação de multas. Ela utilizava o código de acesso do marido, Thiago. A senha usada por Shirley para finalizar a ação é a de uso restrito do delegado da Ciretran, Paulo Sérgio de Oliveira. Sthefanie agia no desbloqueio de CNHs.

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