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03/03/2013 - O Povo Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Mesmo com chip, cartão não é 100% seguro

A implantação do chip nos cartões de crédito e débito dificultou a clonagem física. No entanto, para compras online, de nada adianta o dispositivo. O especialista em segurança digital detalha dicas de segurança em transações pela internet.

Os cartões de crédito ficaram mais seguros fisicamente com a implantação do chip no plástico. Assim, os chamados “cartãozeiros” não conseguem fazer a clonagem. No entanto, com o número e o código de segurança (três número no verso do cartão), a clonagem virtual e à distância é possível, afirma o especialista em crimes digitais da empresa E-Net Security, Wanderson Castilho.

Ele explica ser importante ocultar o código de segurança do cartão, por exemplo, com uma fita adesiva. “Às vezes, não é um grande golpe, é uma fraude simples e você nem percebe”, explica Wanderson, que diz já ter resolvido mais de mil casos de crimes virtuais.

A fisioterapeuta Monaliza Campos, 26, tinha um cartão de crédito sem chip. Ela afirma realizar poucas transações via caixa de autoatendimento e, quando o faz, é dentro de uma agência bancária, para evitar clonagem do cartão. Mesmo assim, foi mais uma vítima, há cerca de dois anos.

Ao receber a fatura do cartão de crédito, identificou uma série de compras que não havia feito. “Liguei para o banco expliquei a situação. Pediram para eu imprimir o formulário e listar as compra que não reconhecia. Mandei o documento e logo foi resolvido. Não tive nenhum prejuízo”, conta Monalisa, satisfeita com agilidade do retorno.

A suspeita da fisioterapeuta recai sobre alguma vez que quitou uma conta passando o cartão de uma das máquinas pagadoras online. “Questionei a questão do chip, que foi substituindo os magnéticos depois de um tempo”.

Conta emprestada

O cliente do advogado criminalista e professor universitário de processo penal, Leandro Vasques, envolveu-se em um crime bancário, segundo conta, sem saber. Ele permitiu que um amigo fizesse transferências com sua conta. Depois, descobriu que o “amigo” fazia operações ilegais a partir dela.

Com experiência em tratar de casos de estelionatos, Vasques conta que existe uma insegurança maior às pessoas em função das facilidades, por exemplo, de ativar uma linha telefônica ou abrir uma conta em banco. “Acabamos criando uma vulnerabilidade de dados. Existe um mercado paralelo que negocia dados pessoais. Eles trocam banco de dados com pessoas, para aplicar golpes em vários estados do País. Estou falando de casos concretos”.

De posse dos dados “quentes”, os falsários invadem contas de pessoas físicas e jurídicas, procedem transferências bancárias e saques, fazem financiamento de veículos e até compram imóveis, com falsificação de escrituras e procurações públicas.

Mudança de conduta

O criminalista defende que é impossível conseguir uma blindagem perfeita, mas há como reduzir os riscos. “As pessoas têm que mudar essa conduta da comodidade para fornecer dados pela internet ou por telefone. É preciso passar a ter desconfiança dessas constantes solicitações de informações”.

Ele cita uma simples ação de trocar de senha frequentemente e critica que as pessoas preferem permanecerem vulneráveis a ter que aceitar essa mudança de rotina. (Andreh Jonathas)

é a colocação do Ceará no índice de ataques a compras virtuais dos estados em 2012, segundo pesquisa da
FC Control

0,35

é o percentual de perda de receita pela aplicação fraudes na internet no Brasil em 2011

PARA LER

Mentira: um rosto de muitas faces

(2ª edição) – 2011 - Editora Matrix

O autor aplica a técnica de detecção de mentiras em seu trabalho de perito em segurança eletrônica. O livro traz ainda informações sobre as emoções e a técnica de detecção de mentira a partir de microexpressões faciais.

“Manual do Detetive Virtual” (2ª edição) – 2009 -­ Editora Matrix

Quanto mais a internet se espalha, mais a privacidade das pessoas diminui. O autor mostra alguns dos casos que desvendou e também dá dicas para evitar problemas no mundo da internet.

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