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01/03/2013 - Mídia News Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

"Fortaleza" do jogo do bicho faturava R$ 40 mil por dia

Escritório foi desarticulado pela PM na cidade de Alta Floresta; uma mulher foi presa.

Policiais militares "estouraram" um escritório do jogo do bicho que funcionava em Alta Floresta (803 km ao Norte da Capital), onde uma jovem de 18 anos foi presa.

Com a garota, os PMs apreenderam vários blocos de apontamento, documentos, livros-caixa, dinheiro e envelopes de depósito, além de blocos com anotações.

Os policiais não encontraram o proprietário do escritório.

A organização do esquema criminoso surpreendeu os policiais. Eles calculam que, pelo teor do material, o grupo fazia depósitos diariamente e movimentavam aproximadamente R$ 40 mil por dia.

O valores seriam repassado à central da jogatina, em Cuiabá.

O fato foi registrado e repassado ao Ministério Público e à Polícia Civil, que deverão proceder as investigações.

Segundo o tenente PM Cunha, que participou da operação, o jogo do bicho é mais do que uma contravenção penal, pois envolve o crime organizado, com a lavagem de dinheiro.

Crime organizado

Em Mato Grosso, durante muito tempo, o jogo do bicho funcionou sob o comando do ex-policial civil João Arcanjo Ribeiro.

Preso desde 2007 na Penitenciária de Segurança Máxima de Campo Grande (MS), Arcanjo era conhecido como "Comendador", graças a uma comenda ofertada pela Câmara da Capital.

Em março de 2006, ele foi extraditado do Uruguai para o Brasil.. Em dezembro do mesmo ano, foi condenado a 37 anos de prisão por formação de organização criminosa, crime contra o sistema financeiro e lavagem de dinheiro.

A transferência para o Estado vizinho se deu após a Operação Arrego, deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público Estadual, comprovar que o ex-comendador continuava liderando o jogo do bicho, de dentro da Penitenciária Central do Estado, no bairro Pascoal Ramos, em Cuiabá.

Arcanjo era o líder do crime organizado em Mato Grosso.

Ele foi acusado de ser o principal bicheiro do Estado, de ter sonegado mais de R$ 840 milhões em impostos e de ter sido o mandante do assassinato do jornalista Domingos Sávio Brandão de Lima Júnior, então dono do jornal Folha do Estado, em 2003.

Vários outras execuções são atribuídas ao ex-bicheiro - a maioria, por conta de disputas envolvendo o jogo do bicho.

Não há informações de que a banca "estourada" em Alta Floresta tenha alguma ligação com João Arcanjo Ribeiro.

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