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27/02/2013 - Ciência Hoje Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Muitos dos medicamentos distribuídos na África são falsificados

Estudo realizado pela National Academy of Science

Falta de fiscalização na circulação de medicamentos é razão apontadaUm estudo realizado pela National Academy of Science (NAS), nos EUA, revela que os países africanos lutam contra índices que chegam a 50 por cento na falsificação de medicamentos. A investigação foi baseada em dados já anteriormente publicados, em 2011, pela Organização Mundial de Saúde (OMS).

Os resultados do estudo, encomendado pela Food and Drug Administration (FDA), apontam para “a necessidade de um alerta mundial”. A falta de fiscalização na circulação de medicamentos e dos seus princípios activos são apontadas como as principais causas que levam a esta situação, especialmente em países subdesenvolvidos.

Os medicamentos que mais alvo de fraude se encontram no mercado são os chamados “blockbusters”, que atingem vendas superiores a setecentos milhões de euros por ano, utilizados no tratamento de cancro, doenças crónicas como diabetes, alzheimer, disfunção eréctil, malária e doenças auto-imunes.

A legislação de vários países não considera que o princípio activo isolado de determinada planta ou de materiais biológicos deva ser patenteado – ou seja, não adoptam o contrafeito, dificultando a fiscalização do processo produtivo. A sugestão da National Academy of Science é aumentar a rastreabilidade dos fármacos e ampliar mecanismos de controlo de qualidade.

Estes medicamentos, além de fornecerem pouca protecção contra a doença, podem ocasionar graves efeitos secundários. Estas drogas representam uma séria ameaça em todo mundo, mas a natureza do risco varia conforme o país, dependendo da mínima ou inexistente supervisão regulatória.

A NAS sublinha que os países desenvolvidos não estão imunes. Aliás, recorde-se que a produção negligente de uma farmácia de Massachusetts matou 44 pessoas entre Setembro de 2012 e Janeiro de 2013.

No entanto, as conclusões do estudo revelaram que é difícil medir o impacto na saúde pública de medicamentos falsificados ou de baixa qualidade e o número de mortes. Agora, o objectivo é encontrar caminhos para minimizar danos na saúde pública.

O estudo teve a participação das universidades de Harvard, George Washington State e Iowa (Estados Unidos), além de investigadores brasileiros, da Índia e África do Sul. As conclusões e as recomendações da investigação foram reunidas no livro Countering the Problem of Falsified and Substandard Drugs.

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