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25/02/2013 - Último Instante / EFE Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Ex-tesoureiro do PP desvincula fortuna na Suíça de contas do partido

Por: Rosangela Sousa

Luis Bárcenas tentou justificar a origem de sua fortuna em bancos suíços.

O ex-tesoureiro do Partido Popular espanhol Luis Bárcenas tentou justificar nesta segunda-feira diante do juiz responsável pelo caso de corrupção Gürtel, Pablo Ruz, a origem de sua fortuna em bancos suíços.

Bárcenas procurou desvincular seu dinheiro das contas do partido. Segundo informaram fontes jurídicas, nas três horas de interrogatório o ex-tesoureiro explicou que sua renda tinha origem na compra e venda de imóveis e arte, assim como de investimentos na bolsa.

As fontes acrescentaram que o ex-tesoureiro apresentou documentos e justificou "minuciosamente" como acumulou € 22 milhões em contas de bancos suíços.

Bárcenas, que é acusado no caso Gürtel desde 2009, deverá comparecer ainda duas vezes no tribunal, uma delas na audiência em que o Ministério Público e opositor Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE) pedirão medidas cautelares para evitar que o ex-funcionário saia da Espanha.

A fortuna de Bárcenas nos bancos suíços chegou a atingir € 22 milhões.

Pablo Ruz, juiz da Audiência Nacional, citou Bárcenas para que ele se apresentasse depois de ser informado pelas autoridades suíças, em resposta a uma comissão rogatória, que foi encontrado uma conta no Dresdner Bank vinculada ao ex-tesoureiro.

A descoberta da conta e a posterior publicação divulgação de uma suposta contabilidade paralela do PP atribuída a Bárcenas, e que incluiria o pagamento de salários extras em dinheiro não declarado para a cúpula do partido, colocou a legenda de Mariano Rajoy, chefe de governo da Espanha, no centro de um grande escândalo.

Segundo a comissão rogatória, Bárcenas teve na Suíça no final de 2005 um total de € 14,8 milhões em nome da fundação panamenha Sinequanon, quantidade que aumentou para € 19,7 milhões em 2006, e para € 22,1 milhões em 2007. Em 2008, o valor caiu para € 13,6 milhões de euros, e em 2009, para € 11,8 milhões.

Na semana passada, a Promotoria Anticorrupção disse que existem "múltiplos e contundentes indícios" de corrupção cometidos por Bárcenas, concretamente suborno, delito fiscal e lavagem de dinheiro, embora acrescentou que esperaria sua declaração de hoje para decidir se pedirá medidas cautelares contra o ex-tesoureiro.

O caso Gürtel sobre corrupção, tráfico de influência e lavagem de dinheiro vinculados a membros do PP foi iniciado há quatro anos, após uma operação coordenada pelo então juiz Baltasar Garzón.

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