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27/02/2013 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Pacotão: clonagem de cartão, IP e país, Linux e falhas em modems ADSL

Por: Altieres Rohr


>>> Clonagem de cartão
Gostaria de saber qual é o processo de clonagem de um cartão de crédito. Como os golpistas conseguem descobrir as senhas do mesmo?
Tomas

Em compras presenciais, a clonagem – que é a clonagem propriamente dita – pode ser feita com o que se chama no Brasil de “chupa-cabra”. O chupa-cabra é instalado em caixas eletrônicos, agindo como se fosse o leitor do cartão da máquina. Quando o cartão é inserido, ele copia as informações da tarja magnética do cartão.

Existe ainda um aparelho chamado de Robocop, que imita a parte frontal inteira do caixa eletrônico e permite também a captura da senha. Quando é usado apenas o chupa-cabra, a senha da vítima precisa ser gravada de outras formas, seja com a instalação de um teclado falso ou com a presença de uma câmera espiã.

Outra forma de clonagem é possível nas máquinas de cartão usadas em pontos de venda. Existem duas formas: a máquina em si ser falsa ou alterada, ou o computador do ponto de venda estar infectado com um vírus que registra as informações do cartão e a senha.

Também é possível usar o cartão de outra pessoa se você souber as informações impressas no cartão: nome, validade, número e código de segurança (impresso na parte traseira). Essas informações podem ser usadas para compras na internet, porém nesse caso ainda é preciso saber também o CEP da vítima.

O endereço não está no cartão, mas ele pode ser obtido com certa facilidade: algumas pessoas têm seu endereço divulgado na internet e, nos casos mais difíceis, o criminoso pode consultar bancos de dados particulares (como o Serasa). É comum colocar o cartão na mão de terceiros, então todos os dados necessários podem ser facilmente conseguidos.

Cartões com chip ajudam a evitar a clonagem tradicional, porque o chip dispensa a revelação de todos os dados para a máquina leitora. Ou seja, é possível usar o cartão, com ele presente, mas não é possível ler todos os dados para recriá-lo. Nas tarjas magnéticas, esse não é o caso: quando a máquina lê a tarja, ela pode conseguir todas as informações que permitem recriar uma cópia do cartão.

No entanto, para proteger contra fraudes não presenciais (que utilizam o código de segurança do cartão), outras tecnologias estão em desenvolvimento.

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