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26/02/2013 - Diário de Marília Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Comandada por mariliense, quadrilha de fraudadores participa da 1ª audiência hoje

Procedimento do processo que corre em segredo de Justiça está previsto para as 14h10; chefe do bando, Adelino Brandt Filho está preso e deve acompanhar os trabalhos.

Está prevista para esta tarde (26), a partir das 14h10, a realização da primeira audiência do processo que apura a atuação de uma quadrilha especializada na inserção de dados falsos no sistema da Receita Federal, receptação de espelhos de documentos públicos, falsificação, fraudes bancárias e contra o comércio, receptação de veículo e lavagem de dinheiro comandada pelo contador mariliense Adelino Brandt Filho.

O esquema foi desbaratinado no final de julho do ano passado na “Operação Klon”, deflagrada pelo GAECO (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado) e que contou com o apoio da Polícia Federal.

No procedimento, o juiz José Henrique Ursulino, da 2ª Vara Criminal de Marília, deverá colher os depoimentos de testemunhas arroladas pela acusação e também pela defesa. Além disso, os réus também poderão ser ouvidos pelo magistrado, no entanto a previsão é que o interrogatório dos acusados aconteça em outra ocasião. Vale lembrar que o processo corre em segredo de Justiça.

Além de Brandt Filho, que permanece preso e deverá acompanhar os trabalhos algemado, são réus no processo Carlos Alberto Gonçalves - outro que está encarcerado -, Carlos Martinelli, Dorival Carvalho Ramos, Esther Rodrigues Diego e Marcel Higarashi Martins.

Todos respondem pelos crimes de formação de quadrilha, falsificação de documentos públicos, falsificação de documentos particulares, falsidade ideológica, estelionatos, receptação e lavagem de dinheiro. Se condenados, cada um pode pegar até 38 anos de prisão em regime fechado, além do pagamento de multa.

O CASO

As investigações descobriram que parte da quadrilha centralizava, em São Paulo, a recepção de encomendas de diversas partes do Brasil para que fossem inseridos dados falsos no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) da Receita Federal, o que era feito por outros integrantes da quadrilha na capital e também em Minas Gerais.

Na “Operação Klon” em si, foi realizada uma das maiores apreensões de documentos públicos de origem ilícita do país, já que foram encontrados com os investigados cerca de 30 mil “espelhos” em branco de cédulas de identidade, centenas de selos desviados de cartórios e que seriam usados para autenticação, documentos de transferência de veículos, RGs e CPFs falsificados, carteiras de trabalho, além de pilhas de documentos públicos e mais de R$ 32 mil em dinheiro e cheques.

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