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26/02/2013 - R7 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Polícia indicia professores de karatê por estelionato e crime de tortura no PA

Eles são suspeitos de agredir alunos com socos e chutes durante as aulas.

A polícia indiciou os professores de caratê por estelionato e crime de tortura em Belém do Pará. Eles são suspeitos de agredir alunos durante as aulas.

O caso veio à tona em janeiro deste ano, quando os pais dos alunos gravaram com celulares cenas de violência durante as aulas de caratê. Os professores também teriam emitido certificados em nome da Liga Paraense de Artes Marciais, mas nem mesmo tinham habilitação.

Os pais ainda denunciaram que um dos professores teria dado aulas para a Guarda Municipal de Belém, mas o órgão nega o envolvimento com os suspeitos.

Relembre o caso

Dois irmãos que davam um curso irregular de caratê em Belém (PA) foram denunciados à polícia e ao Ministério Público do Pará.

Imagens mostraram os falsos professores, identificados como John e Johnyvaldo Santa Rosa, dando socos e chutes nos alunos. Em um dos vídeos, pelo menos 40 crianças assistem à luta de um aluno que, após levar um chute na cabeça, é puxado e atingido de novo pelo professor. O instrutor ainda pisa na cabeça do jovem.

Os irmãos, que trabalhavam como professores de artes marciais há pelo menos quatro anos, não possuíam habilitação para dar aulas. Eles foram desligados da Federação Paraense de Artes Marciais em maio de 2012.

Segundo o diretor da federação, Antônio Brito, foram detectadas irregularidades nas inscrições dos alunos em uma competição no interior do Pará.

As carteirinhas e certificados de mudança de faixa eram emitidos em nome da Liga Esportiva Paraense de Artes Marciais, da qual a escola não fazia parte. Os suspeitos usavam o CNPJ de outra federação para emitir os documentos.

As aulas, suspensas após as denúncias, eram dadas em locais como um centro comunitário na periferia na capital, a mensalidades entre R$ 10 e R$ 20.

Os irmãos Santa Rosa não comentaram a denúncia. Em nota, os advogados deles disseram que os professores são graduados e possuem faixa preta.

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