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11/01/2013 - Midiamax Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Fantasmas, superfaturamento e fraudes na administração Nelsinho são alvos do MPE

Por: Diana Gaúna


O MPE (Ministério Público Estadual) abriu investigação em dezembro para apurar possíveis irregularidades da administração do ex-prefeito Nelsinho Trad (PMDB). Na denúncia, registrada pela promotora substituta da 29ª Promotoria de Justiça de Campo Grande, Paula da Silva Santos Volpe, consta funcionários fantasmas, superfaturamento em contratações de pessoal do setor de limpeza e fraudes envolvendo liberação de habite-se.

A promotora que substitui a titular da 29ª, Cristiane Mourão, encaminhou no dia 19 de dezembro um pedido de informações ao ex-prefeito Nelsinho Trad, para explicações que ele achassem necessárias sobre os fatos.

A reportagem entrou em contato com o MPE, mas não obteve resposta sobre o andamento das investigações.

Fantasmas

A denúncia frisa alguns nomes de pessoas que recebiam salários, sem comparecer efetivamente ao local de trabalho. Na lista dos ‘fantasmas’ constam o nome do advogado Heleno Amorim, do delgado aposentado Pedro Antonio Pegolo, Bruno Rosali e Antonio Joaquim Leite.

Habite-se

Consta na denúncia, um caso de fraude para liberação de habite-se. A empresa J.A. dos Santos e Cia Ltda, que fica na rua Zahran 419, teria conseguido favorecimento de um fiscal da prefeitura, por intermédio de um secretário, por nome de Paulo. As obras teriam sido fiscalizadas e o habite-se emitido antes da construção do pavimento superior, o que teria deixado o custo do IPTU muito abaixo do valor real.

De acordo com o denunciante, a título de comparação, o IPTU sonegado daria para construir uma escola. Ele ressaltou ainda que a empresa em questão realizou negócios com o Incra (Instituto de Colonização e Reforma Agrária), para a construção de casas para assentamentos, mas que a licitação à época teria sido resolvida com pagamento de propina e financiamento de campanha do PMDB.

Limpeza

Contratos de limpeza também fazem parte das investigações. Segundo a denúncia, a empresa Paes e Cia Ltda, que realiza serviço de limpeza de ruas em um setor da Capital, por R$ 180 mil mensais, estaria devolvendo dinheiro à prefeitura. De acordo com a denúncia, o filho do proprietário da empresa devolveria R$ 60 mil ou 30% do valor do contrato todos os meses para manter o serviço, mesmo assinando a nota integral. Deurico Brandão

Na Secretaria de Obras outra irregularidade foi apontada. Dinheiro de contratos estariam sendo desviados. A denúncia expõe que 1.200 funcionários estariam registrados para o serviço de limpeza de ruas e avenidas, com salário médio de R$ 900. Entretanto, eles receberiam R$ 600 e uma cesta de alimentos. A diferença de R$ 200, desviada por trabalhador, soma a bagatela de R$ 240 mil mensais.

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