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29/10/2007 - Diário da Amazônia Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Estelionatários dão golpes na praça


A quantidade de ocorrências policiais registradas nas Delegacias da Capital por perda de documentos cresce assustadoramente, principalmente, na 3ª Delegacia de Polícia, com suspeita que o motivo principal seja legalizar judicialmente um crime muito comum, que está preocupando comerciantes, que são vítima de estelionatários.

Como funciona
Os estelionatários procuram suas vítimas e assedia-as para entregar-lhes seus documentos mediante dinheiro e compensação, na divisão de mercadorias que comprar, como aconteceu com Pedro Paulo de Oliveira Neto, de 29 anos. Segundo Pedro Neto ele estava na praça Marechal Rondon, quando foi procurado por uma pessoa, que propôs-lhe compensação na compra de móveis e eletrodomésticos e certa quantia em dinheiro “você entrega seus documentos, logo em seguida você vá à uma Delegacia e comunica que você perdeu, ou teve seus documentos roubados, fornecendo o RG e o CPF, com isso, você fica livre de qualquer responsabilidade” teria dito o estranho.
Pedro Neto, que estava desempregado e sem dinheiro aceitou. “Eu precisava de um berço para meu filho que ia nascer e algum dinheiro para eu me manter. Depois de 40 dias ele apareceu em casa, com berço e devolvendo meus documentos, mas até agora não apareceu nenhuma cobrança na minha casa e não sei se o meu nome ficou sujo, mas se ficou eu levo a cópia da ocorrência do furto dos meus documentos” argumentou Pedro Neto.

City Lar vítima

A mais recente vítima deste novo tipo de estelionato foi a City Lar, na rua Dom Pedro II. Segundo o funcionário José Rene Nogueira, de 43 anos, que procurou a 3ª Delegacia para registrar a ocorrência, uma pessoa entrou na loja com todos o documentos em nome de Antônio Ribeiro da Silva, RG 060.779 e comprou um “note book” no valor de R$ 2.075,00 através da financeira Losango.
No mesmo dia, outra pessoa, também usando documentos em nome de Emiliano Alves Júnior, tentou fazer outra compra de “note book”. “Ele não conseguiu porque fomos alertado por funcionários de outra loja, vítima de este tipo de estelionato” disse José Nogueira.

Cuidados

Muitos estelionatários procuram lojas localizadas em bairros que não são muito exigentes em dados pessoais e pessoas que possam fornecer referências, principalmente. “Mesmo assim é complicado, porque os estelionatários trazem comprovantes de residência e até comprovação de emprego tudo falsificado, apenas os documentos dos “laranjas” são reais” disse o comerciante Manoel Lourenço Guimarães, de 48 ano, estabelecido na rua Jatuarana, zona Sul da Capital, uma das vítimas desse tipo de golpe e completou. “Aqui no bairro, meus vizinhos sofreram este e outros tipo de fraude de estelionatários” finalizou.

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