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09/01/2013 - O País Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Banco Central de Itália diz que finanças do Vaticano não são transparentes


Estão suspensos todos os pagamentos por cartão de crédito no Vaticano.

A medida tomada pelo Banco Central de Itália, e em vigor desde o início do ano, é justificada com o desrespeito da legislação internacional no combate à lavagem de dinheiro.

Os turistas são os primeiros a sentir os efeitos da decisão.

“Muitas pessoas não trazem dinheiro e precisam de levantar euros, mas não sabem onde o podem fazer” afirma um turista. Cinco milhões de pessoas visitaram em 2012 o Museu do Vaticano onde deixaram qualquer coisa como 91 milhões de euros.

Este ano os pagamentos, apenas, podem ser feitos em dinheiro ou cheque. “Os países da União Europeia têm de respeitar determinada legislação no que toca à lavagem de dinheiro. Leis que, também, devem ser aplicadas a um Estado como o Vaticano. E quando as regras não são respeitadas, o Banco Central italiano não outra alternativa.” refere o analista Iberto Sodini.O Deutsche Bank Italia, que administra o pagamento com cartões de crédito no Vaticano recebeu ordens para desativar todos os terminais multibanco, que podem ser reativados assim que as finanças do Vaticano se tornarem mais transparentes.

No entanto, em Maio, o presidente do Banco do Vaticano, Ettore Gotti Tedeschi, investigado num caso de lavagem de dinheiro, apresentou a demissão após um voto de desconfiança da administração, anunciou o Vaticano em comunicado.

Desde a sua designação para presidente do Instituto para as Obras Religiosas que Tedeschi era uma figura polémica no Vaticano. O conselho de administração do Banco do Vaticano, o Instituto para as Obras Religiosas (IOR), “adotou por unanimidade um voto de desconfiança dirigido ao presidente” que decidiu colocar o seu mandato à disposição, precisa o comunicado. Desde a sua designação para presidente do IOR em 2009 que Tedeschi se tornou numa figura polémica no Vaticano. Atualmente estava a ser investigado por suspeita de lavagem de dinheiro.

Na declaração, a Santa Sé precisa que o voto foi tomado devido à incapacidade em Tedeschi cumprir “os serviços básicos da sua função”. Os responsáveis do IOR esperam agora designar um novo presidente que “restabeleça as relações com o instituto e a comunidade financeira baseadas no respeito mútuo e nas normas aceites pelo sistema bancário internacional”.

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