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27/10/2007 - Diário de Cuiabá Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Despachante tem ‘fábrica’ de documentos


A Polícia Civil prendeu em flagrante o falso despachante Antônio Monção de França, de 44 anos, que tinha uma verdadeira fábrica de falsificação de documento. Em sua casa, policiais da Delegacia de Repressão a Roubos e Furtos de Veículos (DERRFVA) apreenderam dezenas de documentos em brancos ou adulterados. A prisão ocorreu no bairro Cristo Rei, em Várzea Grande.

Segundo o delegado Anderson Veiga, responsável pela prisão, na casa havia dezenas de cédulas de identidade, DUT, CRLV, certidão de nascimento e óbito, tudo em branco. Os documentos estavam escondidos numa caixa colocada no guarda-roupa.

O falso despachante foi flagrado na mesa da área da casa dele adulterando um documento. “Ele limpava um documento e se preparava para preenchê-lo com outros dados”, explicou o delegado. “Além dos documentos, apreendemos carimbos e outros apetrechos usados para falsificar documentos”.

Conforme o delegado, o foco dessas falsificações era para a documentação de veículo, mais especificamente para esquentar alguns transações de carros. A quantidade de papéis impressionou os policiais que participaram da prisão.

O delegado explicou que os policiais receberam uma denúncia sobre a atuação do falso despachante na Grande Cuiabá. Com documentos falsos, estava legalizando alguns veículos. Diante da informação, o delegado Roberto Amorim conseguiu um mandado de busca e apreensão, expedido pelo juiz da 4ª Vara Criminal de Várzea Grande, Jorge Luiz Tadeu Rodrigues.

Ontem de manhã, dois delegados e 10 policiais foram até a casa do falso despachante e apreenderam os documentos. Antônio foi autuado em flagrante por falsificação de documento público e uso de apetrechos para falsificar documentos.

O delegado Amorim não soube precisar há quanto tempo o falso despachante estaria atuando, mas acredita que esteja há vários meses em ação. “Com tantos documentos em branco, com certeza, há muito tempo que estava atuando. Vamos periciar esses documentos que servirão de provas”.

Amorim lembrou que com documentos falsos, o falsário pode fazer muito mais do que uma simples adulteração de veículos. Pode “criar” uma pessoa com a certidão de nascimento e, a partir daí, obter uma carteira de identidade abrir conta em agência bancárias e outras ações. (AR)

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