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02/01/2013 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

CDL alerta comerciantes de Cacoal, RO, sobre notas falsas

Segundo a CDL, em duas semanas houve três casos na cidade. Polícia orienta para que vítimas registrem ocorrência.

A Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) de Cacoal (RO) alerta os empresários e os consumidores sobre golpistas que estão tentando passar notas falsas no comércio. Nas últimas semanas de 2012, a CDL recebeu três denúncias de comerciantes que caíram no golpe. Nenhum caso foi registrado na delegacia.

O proprietário de uma lotérica de Cacoal, Lúcio Messias de Albuquerque, contou que ao longo de 10 anos, seu comércio já teve prejuízos com o recebimento de notas falsas. Lúcio se denomina um colecionador, ele guarda algumas notas falsas recebidas.

“Eu prefiro ficar com o prejuízo, pois ao repassar, pessoas sem orientação de como saber se uma nota é falsa, acabam recebendo esse ‘dinheiro’ e correndo o risco de ser presas, ou ficando com o prejuízo que não podem arcar”, argumenta o comerciante.

O Serviço de Vigilância, Investigação e Captura (Sevic) da Polícia Civil de Cacoal orienta para que a vítima de nota falsa comunique o caso à polícia. “Favorecer a circulação de dinheiro falso é crime, previsto no Código Penal. A polícia só poderá começar a investigar após o registro da ocorrência. Alguns comerciantes que recebem nota falsa, simplesmente informam os clientes sobre a falsificação, devolve a nota e fica por isso mesmo, mas eles não sabem que dessa forma eles estão contribuindo com o crime”, ressalta o chefe do Sevic.

Segundo o Sevic o correto não é guardar essas notas e sim comunicar a polícia, para que posteriormente o banco possa recolher, mas que não há crime ao guardar as notas. “O comerciante estaria cometendo crime, caso colocasse essas notas em circulação”, afirma o policial.

A CDL orienta os comerciantes para que utilizem canetas de segurança, que identificam a veracidade das notas de Real ou o aparelho que evidencia as marcas d'água da cédula, além do tato.

Bruno de Oliveira Xavier, 23 anos, é gerente de um supermercado de Cacoal, e disse que todos os caixas que trabalham no mercado utilizam, além do tato, a caneta de segurança, para constatar se o dinheiro é verdadeiro. “Nós sempre alertamos sobre os cuidados que os caixas precisam ter na hora de receber o valor da compra em dinheiro, disponibilizamos materiais que detectam a veracidade da nota, mas caso ocorra de algum caixa receber esse dinheiro falsificado, o prejuízo fica por conta do funcionário que recebeu e não com o mercado”, aponta Bruno.

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