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26/10/2007 - Geek Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Phishing bate recorde no primeiro semestre de 2007


Um novo estudo divulgado pela Microsoft mostrou que 31,6 milhões de fraudes phishing foram identificadas nos primeiros seis meses de 2007, número 150% maior que no semestre anterior.

O estudo também identificou um aumento de 500% na veiculação de trojans "downloaders" e "droppers", programas usados para roubar senhas, guardar dados digitados e coletar dados confidenciais dos computadores de suas vítimas, informou o site TG Daily.

A Microsoft também apontou um número crescente nos ataques "backdoor", categoria que inclui bots e que a companhia mencionou como uma ameaça crescente aos usuários de mensagem instantânea.

Os criminosos de hoje estão mais interessados em obter informações pessoais e para isto contam com técnicas extremas de engenharia social, fingindo ser um amigo há muito tempo não visto ou citando informações de sites acessados recentemente, obtidas através de trojans ou bots.

Outra técnica popularmente utilizada é usar estatísticas com perfis de usuários que se assemelhem e, assim, chegar a pontos de interesse comum, utilizados em iscas via email.

Em contato com o site eWEEK, Brendon Lynch, diretor de estratégia de privacidade da Microsoft, explicou que o dado é a moeda do cibercriminoso, e é por isto que a fraude virtual está cada vez maior.

A ferramenta de remoção de pragas virtuais da Microsoft, a Malicious Software Removal Tool, removeu malware de um em cada 217 computadores onde foi executada no início de 2007, comparada com uma a cada 409 no fim de 2006 e um em cada 359 no segundo semestre de 2005. A companhia explica que isto aconteceu por melhorias na ferramenta e adição de novas famílias de vírus amplamente utilizadas pelos criminosos, parte delas voltadas ao roubo de informações bancárias e outros dados confidenciais.

A conclusão da Microsoft é que existe a necessidade uma contato mais estreito entre as firmas de segurança, usuários e funções relacionadas à privacidade.

Das companhias que admitiram não ter uma relação próxima entre os processos de segurança e de privacidade, 74% confessaram ter sofrido ataques. Em contrapartida, apenas 29% das empresas que afirmaram ter proximidade entre os dois campos sofreram do mesmo mal.

O relatório da Microsoft, em inglês, pode ser lido aqui.

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