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15/02/2013 - Expresso MT Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

MPF de Minas analisa declaração sobre elo entre Lula e mensalão

Marcos Valério disse em depoimento que pagou despesas do ex-presidente. Segundo MPF de Minas, não há previsão para a abertura da investigação.

O procurador do Ministério Público Federal em Minas Gerais Leonardo Augusto Melo analisa o depoimento em que Marcos Valério, condenado como operador do mensalão, acusou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de envolvimento com o esquema de compra de votos no Congresso Nacional. De acordo com o MPF, o documento chegou à sede da instituição, em Belo Horizonte, nesta quarta-feira (13), e foi encaminhado ao Núcleo de Patrimônio Público.

No dia 6 deste mês, o procurador-geral da República, Roberto Gurgel, informou que havia enviado o depoimento ao MPF de Minas. "Está sendo encaminhado para a Procuradoria da República de Minas Gerais. [...] Depois de uma verificação cuidadosa, verificamos que já existe procedimento decorrente de ato do ministro Joaquim Barbosa, que trata de assunto relacionado ao processo do mensalão", informou Gurgel após a posse de Sérgio Kukina como ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ), na última semana.

O MPF informou que não há previsão para a conclusão da análise, quando o procurador Leonardo Augusto Melo vai dizer se investiga ou arquiva as acusações de Valério. Segundo o órgão, Melo vai analisar ainda todos os processos desmembrados das investigações do mensalão.

Em depoimento dado em setembro, Valério disse que Lula autorizou empréstimos dos bancos Rural e BMG para o PT, com o objetivo de viabilizar o esquema, segundo o jornal "O Estado de S. Paulo". Além disso, de acordo com o jornal, Valério afirmou no depoimento que despesas pessoais do ex-presidente foram pagas com esse dinheiro.

Como Lula não tem mais foro privilegiado no Supremo, o que acontece com o presidente da República, ministros e parlamentares, o processo não pode ser analisado na Procuradoria Geral da República.

Depoimento à PGR

De acordo com o jornal, Valério procurou voluntariamente a Procuradoria Geral após ser condenado pelo STF a 40 anos, dois meses e dez dias de prisão pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e evasão de divisas no processo do mensalão. Em troca do novo depoimento e de mais informações sobre o esquema de desvio de dinheiro público para o PT, Valério pretende obter proteção e redução de sua pena.

A oitiva de Valério ocorreu no dia 24 de setembro, em Brasília. As declarações estão em 13 páginas. O "Estado de São Paulo” afirma que teve acesso à íntegra do depoimento, assinado pelo advogado do empresário, o criminalista Marcelo Leonardo, pela subprocuradora da República Cláudia Sampaio e pela procuradora da República Raquel Branquinho.

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