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06/02/2013 - Jornal de Notícias Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Serviço de emergência de Moçambique rebate alegada fraude no apoio às vítimas das cheias


O Instituto Nacional de Gestão das Calamidades (INGC) de Moçambique rebateu, esta quarta-feira, uma denúncia de alegada fraude na distribuição de ajuda humanitária às vítimas das cheias, salientando que o apoio "está subordinado a um comando único".

A Gift of the Givers, uma ONG sul-africana, disse, na terça-feira, ter retirado o seu apoio do maior centro de acomodação das vítimas das cheias no distrito de Chókwè, província de Gaza, sul de Moçambique, em protesto contra a alegada presença de responsáveis do centro na lista dos beneficiários da ajuda.

"Pedimos uma lista de onde distribuir ajuda e a quem a dar. Quando a recebemos, a lista não estava bem organizada, havia nomes suspeitos e decidimos não lhes dar a ajuda a eles", contou à Lusa Imtiaz Sooliman, fundador e diretor da Gift of the Givers,

Contactado pela Lusa em Maputo, a porta-voz do INGC, Rita Almeida, considerou "anormal a situação" apontada pela Gift of Givers, pois a distribuição da ajuda às vítimas está subordinada ao comando único do INGC.

"Toda a ajuda é canalizada ao INGC, que assume o comando único de toda a operação de distribuição da ajuda aos necessitados. As entidades que prestam apoio não o fazem diretamente às vítimas, porque quem tem o plano de distribuição é o INGC", sublinhou Rita Almeida.

A porta-voz do INGC afirmou que as equipas de distribuição do apoio humanitário são "multiformes", pois integram membros do Governo, desde o nível central até ao local, mas também organizações das Nações Unidas e da sociedade civil.

"A participação das organizações da sociedade civil no processo de distribuição alimentar é feita no plano multissetorial, nenhuma atua unilateralmente, para evitar que uns recebam mais apoios e outros recebam menos", enfatizou Rita Almeida.

As cheias que devastam Moçambique causaram desde outubro passado 91 mortos e mais de 150 mil refugiados em centros de alojamento criados pelo Governo.

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