Monitor das Fraudes - O primeiro site lusófono sobre combate a fraudes, lavagem de dinheiro e corrupção
Monitor das Fraudes

>> Visite o resto do site e leia nossas matérias <<

CLIPPING DE NOTÍCIAS


FALSIDADE DOCUMENTAL NOS PROCESSOS ELETRÔNICOS

Veja aqui a programação deste inédito treinamento programado para o dia 20/12 em São Paulo

Acompanhe nosso Twitter

06/02/2013 - Diário de Marília Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Justiça mantém preso membro de quadrilha de fraudadores

Também foi agendada a primeira audiência do processo para o próximo dia 26.

A Justiça de Marília negou a revogação da prisão preventiva e manteve na cadeia Carlos Alberto Gonçalves, acusado de integrar a quadrilha comandada pelo contador mariliense Adelino Brandt Filho e especializada na inserção de dados falsos no sistema da Receita Federal, receptação de espelhos de documentos públicos, falsificação, fraudes bancárias e contra o comércio, receptação de veículo e lavagem de dinheiro presa no final de julho na “Operação Klon”, deflagrada pelo Gaeco (Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado).

A solicitação foi apreciada - e negada - pelo juiz José Henrique Ursulino, da 2ª Vara Criminal. No mesmo despacho, publicado na edição de ontem (5) do Diário Oficial do Estado de São Paulo, o magistrado também rejeitou o pedido da defesa de Eliel Valentim de Souza, que pedia instauração de incidente de verificação de insanidade mental e ainda agendou para o próximo dia 26 de fevereiro, às 14h10, a primeira audiência do processo.

Além da dupla, também são réus no caso Carlos Martinelli, Dorival Carvalho Ramos, Esther Rodrigues Diego e Marcel Higarashi Martins. Todos respondem pelos crimes de formação de quadrilha, falsificação de documentos públicos, falsificação de documentos particulares, falsidade ideológica, estelionatos, receptação e lavagem de dinheiro. Se condenados, cada um pode pegar até 38 anos de prisão em regime fechado, além do pagamento de multa.

O CASO

As investigações descobriram que parte da quadrilha centralizava, em São Paulo, a recepção de encomendas de diversas partes do Brasil para que fossem inseridos dados falsos no Cadastro de Pessoas Físicas (CPF) da Receita Federal, o que era feito por outros integrantes da quadrilha na capital e também em Minas Gerais.

Na “Operação Klon” em si, foi realizada uma das maiores apreensões de documentos públicos de origem ilícita do país, já que foram encontrados com os investigados cerca de 30 mil “espelhos” em branco de cédulas de identidade, centenas de selos desviados de cartórios e que seriam usados para autenticação, documentos de transferência de veículos, RGs e CPFs falsificados, carteiras de trabalho, além de pilhas de documentos públicos e mais de R$ 32 mil em dinheiro e cheques.

Página principal do Clipping   Escreva um Comentário   Enviar Notícia por e-mail a um Amigo
Notícia lida 221 vezes




Comentários


Nenhum comentário até o momento

Seja o primeiro a escrever um Comentário


O artigo aqui reproduzido é de exclusiva responsabilidade do relativo autor e/ou do órgão de imprensa que o publicou (indicados na topo da página) e que detém todos os direitos. Os comentários publicados são de exclusiva responsabilidade dos respectivos autores. O site "Monitor das Fraudes" e seus administradores, autores e demais colaboradores, não avalizam as informações contidas neste artigo e/ou nos comentários publicados, nem se responsabilizam por elas.


Patrocínios




NSC / LSI
Copyright © 1999-2017 - Todos os direitos reservados. Eventos | Humor | Mapa do Site | Contatos | Aviso Legal | Principal