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13/10/2012 - R7 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Tribunal de Justiça do DF revoga prisão de delegado preso por extorsão e estelionato

Severo Benício dos Santos vai ficar, no entanto, afastado das atividades policiais.

O TJDFT (Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios) determinou a revogação da prisão preventiva do delegado Severo Benício dos Santos, acusado de corrupção. Ele foi preso no dia 24 de agosto, acusado de extorsão e estelionato. No entanto, ele deve ficar afastado das atividades policiais.

Severo é delegado da Polícia Civil e trabalhava como plantonista na 12ª DP, em Taguatinga, região administrativa do DF. Ele responde a um processo no TJDFT, instaurado pelo Ministério Público do DF, em fevereiro de 2011.

Segundo o TJDFT, ele havia sido preso porque testemunhas arroladas no processo sentiam-se ameaçadas por causa da função exercida por ele. O tribunal divulgou ainda que, ao analisar o pedido de revogação da prisão, o desembargador destacou que houve um único contato entre acusado e testemunhas, que ocorreu no fim de 2011, e “durante todo o trâmite do prolongado inquérito policial que subsidia a denúncia, o paciente esteve solto e não há outras notícias de que teria procurado as testemunhas suso referidas ou qualquer das outras que narraram sua versão dos fatos perante a autoridade policial e que, possivelmente, também o farão em juízo”.

O desembargador ainda ressalta que o fato de Severo ser delegado de polícia e exercer a atividade com a posse de arma não é suficiente para mantê-lo em prisão preventiva, pois mesmo as testemunhas que disseram ter tido contato com ele anteriormente ao final de 2011, não relataram que ele tivesse utilizado as prerrogativas de seu cargo para ameaçá-las.

Assim, o desembargador concedeu a liberdade ao delegado, mas determinou que ele fique afastado das atividades típicas da polícia judiciária.

O delegado é conhecido por atuar na prisão de pessoas consideradas perigosas para a sociedade. O trabalho feito em Ceilândia e agora em Taguatinga, regiões administrativas do DF, era voltado para o combate ao tráfico de drogas, roubos, homicídios e abuso sexual.

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