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05/02/2013 - Surgiu Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Procurado pela Interpol, Rincón nega acusações de lavagem de dinheiro: "não há provas"

Segundo o Ministério Público do Panamá, o ex-jogador era sócio do traficante em uma empresa de artigos de pesca do Panamá.

O colombiano Freddy Rincon ficou surpreso ao saber, nesta segunda-feira, que está na lista de procurados da Interpol, Organização Internacional de Polícia Criminal. Ele é acusado de lavagem de dinheiro no Panamá.

A Interpol emitiu, nesta segunda, uma ordem de prisão internacional contra Rincón, que pode ser detido em qualquer um dos 188 países onde funciona a entidade policial. Ao ficar sabendo, o ex-jogador se defendeu dizendo que não há nada que comprove as acusações.

“Não há provas contra mim. Na verdade, não sei de onde surgiu esta questão. Tenho uma advogada no Panamá que irá conversar com o juiz”, declarou, em entrevista ao site colombiano Semana.com.

Segundo o ex-corintiano, seu caso ainda está em julgamento no Panamá e a audiência final está programada apenas para abril deste ano, por isso a surpresa por estar na lista da Interpol. A investigação refere-se a uma acusação de 2007, quando a polícia do Panamá apontou envolvimento do atleta em esquema de lavagem de dinheiro liderado por um traficante colombiano. Na época, Rincón foi preso em São Paulo, onde residia, acusado de ocultar recursos ilegais vindas de uma organização de tráfico de drogas comandada pelo colombiano Pablo Rayo Montaño.

Segundo o Ministério Público do Panamá, o ex-jogador era sócio do traficante em uma empresa de artigos de pesca do Panamá, a Nautipesca, fechada em uma operação contra o grupo. Rincón chegou a admitir conhecer Rayo Montaño da infância e que o reencontrou no Brasil, mas negou qualquer envolvimento com o tráfico de drogas. Mesmo assim, assumiu ter investido uma quantia de 200 mil dólares na empresa de pesca do amigo de infância.

Hoje na Colômbia e prestes a assumir cargo na comissão técnica do clube América do Cali, Rincón disse que, quando ficou preso por quatro meses e meio no Brasil, comprovou sua inocência no caso.

Com a Interpol atrás do ex-jogador, porém, as acusações voltam a aparecer. “Por enquanto tenho que esperar o que dizem as autoridades do país vizinho (Panamá)”, ameniza Rincón.

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