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25/10/2007 - Imirante.com Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Golpe: 100 cartões clonados por mês


SÃO LUÍS - A clonagem de cartões de crédito é um crime cada vez mais comum em São Luís. Segundo estimativas da Polícia Civil, aproximadamente 100 cartões de crédito ou de débito automático em conta são clonados por mês na capital. Diariamente, são registradas entre três e quatro ocorrências.

De acordo com o delegado do departamento de Operações Táticas Especiais da Delegacia Estadual de Investigações Criminais (Deic), Augusto Barros, os bandidos utilizam um aparelho apelidado de “chupa-cabra” para clonar os cartões. A fraude acontece da seguinte maneira: no momento em que o cliente entrega o seu cartão para o pagamento de contas, o bandido primeiro passa o cartão nessa máquina chamada de “chupa-cabra” antes de passá-lo na máquina de registro de pagamento. Esse “chupa-cabra” decodifica o código magnético do cartão e depois um hacker destrincha esse código repassando para um outro cartão magnético que pode ser comprado pelos falsários ou simplesmente obtido por meio da desmagnetização de um cartão antigo, o qual passa a ser reutilizado de forma ilegal.

Em decorrência disso, o delegado Augusto Barros recomenda que os clientes nunca dêem seus cartões para serem “pas-sados” por outrem sem visualizar todo o processo. “Por isso, muitos restaurantes fazem questão de levar a máquina de pagamento para frente dos clientes”, disse Barros. Esse tipo de crime ocorre costumeiramente em postos de gasolina, lojas de conveniências e restaurantes.

Os bandidos também já estão instalando aparelhos “chupa-cabras” até em caixas eletrônicos. Nesses casos, os bandidos colocam não somente um dispositivo original de leitura de cartões como também uma microcâmera em falsos porta-panfletos de agências bancárias para capturar com facilidade a senha do usuário. “Na dúvida, o usuário deve tentar verificar se não há nada falso no leitor dos caixas eletrônicos”, disse Barros.

Os caixas 24 horas e agências bancárias localizados em locais ermos são onde esse tipo de fraude é mais freqüente.

O jornalista Máurício Alencar, por exemplo, teve o seu cartão clonado e por pouco não amargou um grande prejuízo. “Na semana passada, eu estava pagando meu almoço quando recebi uma ligação da Central do Banco do Brasil dizendo que estava prestes a ser aprovada uma compra de aproximadamente R$ 16 mil em madeira em Goiânia. Ainda bem que a direção do banco percebeu o problema, já que eu não poderia me deslocar de Goiânia para São Luís em tão pouco espaço de tempo”, contou ele.

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