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18/01/2013 - G1 Escrever Comentário Enviar Notícia por e-mail Feed RSS

Presa quadrilha que usava falso site de vendas para enganar compradores

Suspeitos usavam ofertas abaixo do preço de mercado para atrair clientes. Polícia Civil de Franca, SP, investigava o grupo há três meses.

Duas pessoas foram presas nesta sexta-feira (18) em Franca (SP) suspeitas de fazerem parte de uma quadrilha de estelionatários. Segundo o delegado Márcio Murari, da Delegacia de Investigações Gerais (DIG), o grupo operou um falso site de venda de eletrônicos e eletrodomésticos entre agosto e outubro de 2012. Pelo menos 196 clientes pagaram pelas mercadorias, mas não receberam os produtos.

Outros dois suspeitos - que são de Ituverava (SP) – também foram presos. Os quatro foram indiciados pelos crimes de estelionato, formação de quadrilha e uso de documentos falsos, mas a princípio responderão o processo em liberdade.

Investigação

O grupo era investigado desde outubro do ano passado. Segundo o delegado, a quadrilha atraía os clientes com ofertas de produtos com o preço muito abaixo do praticado no mercado.

Para tentar disfarçar a falsa empresa, o grupo chegou a alugar um galpão no bairro Jardim Portinari em Franca e registrou o endereço do prédio de fachada no site. “Nada acontecia lá dentro. Eles utilizavam outros locais para fazer toda a movimentação através da internet”, diz Murari.

Como o pagamento pelas mercadorias era feito somente por meio de boleto bancário, a agência usada para operar a conta corrente desconfiou do número de depósitos realizados em um curto período e bloqueou o serviço. Segundo a polícia, o total depositado pelos clientes chega a R$ 180 mil. Os compradores nunca receberam os produtos pagos.

De acordo com Murari, a quadrilha também falsificava documentos usando fotos verdadeiras e dados falsos ou se apropriava de documentos perdidos.

Ao todo, a polícia recebeu queixas de clientes de estados como Santa Catarina, Bahia, Espírito Santo, São Paulo e Rio de Janeiro.

Outro lado

A reportagem tentou entrar em contato com os envolvidos na denúncia, mas os telefones da empresa retornaram como número inexistente.

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